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Assumindo e concretizando o pacto pela vida e pelo brasil

“Dialogar, discutir e indicar, nestes próximos dias, em vista da urgência do momento atual, o que nos cabe como tarefa para efetivar o Pacto pela Vida e pelo Brasil. Partindo do que já vem sendo realizado, definir o que mais urgentemente devemos promover em nível nacional, regional e local”.

1. O QUE – O Pacto pela Vida e pelo Brasil (PVB) é um documento de dez parágrafos, construído em conjunto por seis entidades nacionais e assinado em 7 de abril de 2020. Essa data foi escolhida por ser o Dia Mundial da Saúde e o Brasil estar sob os efeitos diretos e indiretos da pandemia do coronavírus.

Após sua assinatura, muitas outras entidades subscreveram o PVB, manifestando sua concordância em relação ao que ali é descrito e proposto.

Em cada parágrafo, trata de um aspecto considerado importante no atual momento da vida brasileira. Se, em outros temas, podem existir visões diferentes entre as entidades signatárias, no Pacto pela Vida e pelo Brasil, todas são concordes quanto ao que consta no documento.

Não é, por certo, um documento dirigido à formação especificamente religiosa, mas ao compromisso social, perguntando por nossa corresponsabilidade na preservação da vida de pessoas, povos e do meio-ambiente.

2. QUEM – São convocadas todas as forças evangelizadoras presentes no Brasil: os Regionais da CNBB, as províncias eclesiásticas, as dioceses com suas paróquias e demais comunidades, as comissões episcopais de pastoral, os organismos do Povo de Deus, além de outras instituições católicas que desejam participar. Essa é a hora de, unidos, respondermos concretamente ao que pactuamos.

3. COMO – Ler e refletir sobre o PVB, responder às perguntas abaixo e as enviar para pacto@cnbb.org.br. São várias perguntas, é verdade. O ideal é que todas sejam respondidas e as respostas enviadas de acordo com o número de cada pergunta, sem fundir respostas. O modo de realizar a escuta se adaptará às realidades locais.

4. ATÉ QUANDO – Este momento de escuta e partilha permanecerá aberto. Sempre que necessário, novas indicações serão apresentadas. Por certo, as agendas de pessoas e instituições não estão vazias. No entanto, a gravidade do atual momento pede um esforço a mais no sentido de participar.

5. POR QUÊ – Somam-se aqui alguns motivos que não podemos desprezar:

A urgência de discernirmos caminhos para o enfrentamento do quadro pandêmico vivido no Brasil atualmente.

A necessidade de o fazermos num processo de ampla escuta e partilha, expressão da comunhão que deve ser testemunhada na vida eclesial.

O diálogo da Igreja com a sociedade civil e, internamente, entre as diversas instâncias eclesiais.

6. ONDE – Informações e esclarecimentos podem ser encontrados em cnbb.org.br

PERGUNTAS PARA MERGULHAR NO PACTO PELA VIDA E PELO BRASIL (PVB)

1) Você se reconhece nas afirmações e nos desafios apresentados pelo PVB? Por quê? Que aspectos você destaca como os mais relevantes?

2) Que aspectos do PVB não ficaram claros para você? Que dúvidas você tem para compreender a mensagem ali apresentada?

3) Que sugestões você apresenta para que se concretize a “união de toda a sociedade brasileira” neste momento tão desafiador? Que passos podemos dar para que, numa sociedade plural, seja possível estabelecer pontos de união em vista do bem do povo brasileiro?

4) O diálogo com instâncias da sociedade, em busca do bem comum, é uma prática na sua realidade? Se sim, relate os frutos; se não, explique o que impede.

5) Que passos são necessários para ajudar pessoas e famílias a seguirem as orientações sanitárias, ainda que enfrentando dificuldades econômicas e emocionais?

6) Conscientes de que o coronavírus colocou ainda mais às claras situações graves vividas por grande parcela do povo brasileiro, que passos podem ser dados para que pessoas e grupos em situação de maior vulnerabilidade sejam atendidos?

7) Que caminhos devem ser seguidos para pelo menos amenizar os impactos econômicos sobre as populações mais empobrecidas? O que é necessário para que o ônus da pandemia não seja jogado “nos ombros dos mais pobres e dos trabalhadores”?

8) Que passos precisamos dar para que a saúde, como direito fundamental e inalienável, seja efetivamente garantida a todos em nosso país?

9) O PVB destaca a importância das políticas públicas. A Campanha da Fraternidade de 2019 tinha um objetivo geral muito claro: “estimular a participação em políticas públicas, à luz da palavra de Deus e da doutrina social da igreja para fortalecer a cidadania e o bem comum, sinais de fraternidade”. Na sua realidade existem cristãos comprometidos nas instâncias de elaboração das políticas públicas? Como a Igreja pode contribuir para elaboração e implementação de “políticas públicas de proteção social”?

10) Na medida em que preocupa bastante a corrupção, afetando até mesmo o atendimento de saúde emergencial, que passos podem e devem ser dados para que a ética seja consolidada entre nós?

11) Que perguntas você considera importante e que não foram feitas aqui? A essas perguntas que resposta você daria?

12) O que sua realidade (Regional, Província Eclesiástica, diocese etc.) pode fazer para que o PVB seja mais conhecido, refletido e aplicado? Que sugestões você apresenta para que todas as instâncias possam fazer do PVB um instrumento de diálogo e discernimento sobre o futuro a construir?

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Presidente do Regional Sul 1 incentiva ações para o Grito dos Excluídos e faz um convite à reflexão sobre o “Pacto pela vida e pelo Brasil”

Em sintonia com 26ª edição do Grito dos Excluídos, que acontecerá no próximo dia 7 de setembro (segunda-feira), com o tema “Vida em Primeiro Lugar”, e lema “Basta de miséria, preconceito e repressão; queremos terra, trabalho, teto e participação”, o presidente do Regional Sul 1 da CNBB, Dom Pedro Luiz Stringhini, por meio de vídeo, convidou a todos a participar desse ato. Dom Pedro Luiz convidou também o povo a tomar conhecimento e divulgar o texto do “Pacto Pela Vida e Pelo Brasil”, iniciativa da CNBB, juntamente com outras organizações: Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a Comissão Arns de Direitos Humanos, a Academia Brasileira de Ciências (ABC), a Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).

 

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Dez Mandamentos do Dizimista

1º Sou dizimista porque amo a Deus e amo o meu próximo. Partilho com alegria, conforme manda meu coração, seguindo as palavras de São Paulo (2 Cor 9-7).

2º Sou dizimista porque reconheço que tudo recebo de Deus. " O Senhor é meu pastor nada me faltará"(Sl 23). "que tens tu que não tenhas recebido?" (São Paulo em 1 Cor 4,7).

3º Sou dizimista porque minha gratidão a Deus me leva a devolver um pouco do muito que recebo. “Não foram dez os curados? Onde estão os outros nove? Só um voltou para dar glória a Deus? (Lc 17, 11-19).

4º Sou dizimista porque aceito como palavra de Deus o que leio na Bíblia, e sei que dízimo é fonte de bênçãos. "Trazei o dízimo integral ao templo para que haja alimento em minha casa" (MI 3,10) "Esta pobre viúva deu mais que todos os outros"(Lc 21,1-4)

5º Sou dizimista porque creio, e confio, em Deus Pai; minha contribuição é prova de fé e de confiança. "Olhai as aves do céu, olhai os lírios do campo!" "Muito mais o Pai cuidará de vós" (Mt 6,25-31)

6º Sou dizimista porque o partilhar mata o meu egoísmo. "Insensato, hoje morrerás. De que te valeu ter acumulado tantos Tesouros?"(Lc 12,16-21). "O amor cobre uma multidão de pecados" (1 Pd 4,8)

7º Sou dizimista porque creio na vida cristã em comunidade. "Onde dois ou mais se juntarem em meu nome, eu estarei no meio deles" (Mt 18,20). "Vocês são todos irmãos"

8º Sou dizimista porque Deus, o único pai rico, não quer ninguém passando necessidade. “Tudo o que fizeste a um dos meus irmãos mais pequenos, a mim o fizeste” (Mt 25, 40).

9º Sou dizimista porque gosto de viver em liberdade e alegria, celebrando desde já a vida plena. "Vou preparar-vos um lugar" (Jo 14,1-5). "Vinde, benditos de meu Pai..."(Mt 25,34)".

10º Sou dizimista porque quero ver minha comunidade crescer e minha igreja testemunhar o Evangelho no mundo inteiro. "Ide por toda a terra, pregai a Boa Nova. Batizai em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo" (Mt 28,19-20; Mc16,15)

 

“Ser dizimista consciente, uma graça de Deus”

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Mensagem do presidente da CNBB para o Dia da Pátria

Em um vídeo, que gravou especialmente como uma mensagem para o Dia da Pátria, celebrado no Brasil no 7 de Setembro, o arcebispo de Belo Horizonte (MG) e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Walmor Oliveira de Azevedo, reforçou a importância da democracia e da participação cidadã como caminhos que permitem que as diferenças se articulem e se tornem riqueza na construção do presente e também do futuro do Brasil como resposta aos desafios colocados pelo contexto do novo Coronavírus.

 

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