Diocese de Votuporanga


Dia do Catequista Diocese de Votuporanga - 30 de agosto de 2020


31/08/2020 - 08:55

“Ser catequista! Não trabalhar como catequista: isso não adianta! Catequista é uma vocação. Ser catequista: é esta a vocação; não trabalhar como catequista. Atenção, que eu não disse fazer de catequista, mas sê-lo, porque compromete a vida”. (Papa Francisco)

Ambientação: Criar um ambiente gostoso em nossa casa, mante lo no dia a dia: a Bíblia, vela, cruz, flores.(Mande uma foto de seu ambiente para seus amigos catequistas e para seus catequizandos).

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo!

Vinde Espírito Santo...

(Inicie essa oração com um breve silêncio e agradeça a Deus pela vocação de catequista! Louve pelo chamado e pela resposta amorosa que você tem dado a esse ministério tão importante para a Igreja)

Vamos fazer essa oração de preparação para celebrarmos o dia Nacional do Catequista, trazer presente o desejo de estarmos juntos, de estarmos com nosso grupo de catequistas, o nosso grupo de catequizandos, crismandos e os grupos do tempo da evangelização, também seus familiares. E assim entrarmos em comunhão. A situação de isolamento nos desafia a encontramos novas maneiras de alimentarmos nossa fé, permanecendo unidos. O importante é insistir que devemos permanecer unidos na fé e na fraternidade, como faziam os primeiros cristãos quando por algum motivo, não podiam estar reunidos fisicamente. Jesus nos pede que sempre devemos cuidar uns dos outros no seu amor. Vamos nos fazer próximos daqueles que o Senhor nos confia, no anúncio de sua Palavra e no amor fraterno.

Canto: Eis me aqui Senhor

A tradição apostólica nos ensina que em tempos difíceis de estarmos reunidos para celebrar nossa fé, temos que encontrar meios para permanecermos juntos. Por isso, os apóstolos quando estavam impossibilitados de reunir com a comunidade enviavam cartas, mensagens e até pessoas quando era possível, para continuar anunciando o Evangelho e cuidar das comunidades: “Eu, João, vosso irmão e companheiro na tribulação, na realeza e na perseverança, encontrava-me prisioneiro da ilha de Patmos por causa da Palavra de Deus e do Testemunho de Jesus. No dia do Senhor, fui arrebatado pelo Espírito Santo… o anjo do Senhor me disse: escreve às sete igrejas de Éfeso” (Ap 1, 9; 2,1). Em suas casas, determinavam lugares e dias para rezar e permanecer em em comunhão: “Tendo entrado na cidade, subiram à sala de cima, onde costumavam ficar. Eram Pedro, e João. Tiago e André, Filipe e Tomé, Bartolomeu e Mateus; Tiago, filho de Alfeu e Simão o Zelota; Judas e Tiago. Todos estes, unânimes, perseveravam na oração com algumas mulheres, entre as quais Maria, a mãe de Jesus” (At 112-14). O apóstolo Paulo, quando estava distante, escrevia cartas para orientar as comunidades cristãs que fundou. Era uma forma de se fazer próximo com os meios disponíveis na época: “Não precisamos vos escrever sobre o amor fraterno, pois aprendestes pessoalmente de Deus a amar-vos mutuamente, e é o que fazeis muito bem para com todos os irmãos em todos a Macedônia. Nós, porém, vos exortamos irmãos, a progredir cada vez mais” (1 Ts 4,10). Portanto, fiéis aos ensinamentos dos apóstolos, queremos encontrar meios para manter nossas pequenas comunidades catequéticas unidas em oração, na caridade e na escuta da Palavra de Deus nesse momento de isolamento... e assim nós, por causa da pandemia.

Aclamar o Evangelho cantando: É como a chuva que lava, é como o fogo que arrasa. Tua Palavra é assim, não passa por mim sem deixar um sinal. Tenho medo de não responder, de fingir que não escutei. Tenho medo de ouvir teu chamado, Virar do outro lado e fingir que eu não sei.

Proclamação do Evangelho Mt 16,21-27

Reler o texto: Sugestão de reflexão: Trata-se do primeiro anúncio explícito da paixão feito por Jesus aos discípulos e da reação desses, marcada pela não aceitação de um messias sofredor. Esse trecho é a sequência imediata do Evangelho do domingo passado, Mateus 16,13-20, quando Jesus perguntou sobre a sua identidade, e Pedro, em nome do grupo, confessou a sua fé, afirmando com aparente convicção que Jesus era o Messias esperado, o Filho do Deus vivo. Com a confissão solene e objetiva da fé feita por Pedro (cf. Mt 16,13-20), Jesus imaginava que o grupo dos discípulos tivesse atingido um grau considerável de maturidade para compreender o seu destino de sofrimento, por isso começou a anunciar de modo explícito quais seriam as consequências da forma como estava vivendo e fazendo as suas opções. Esse destino não poderia ser outro senão a cruz, ou seja, a condenação total e humilhante de jesus por parte dos detentores do poder político e religioso, incomodados com a sua mensagem de libertação.

E eu como vejo essa leitura? Jesus me convida a ser seu seguidor (catequista hoje) Ele não promete só alegria, mas a vida eterna a quem O segue. E eu? (Partilhar pela mídia, com os catequistas de seu grupo, sua equipe...)

É um tempo difícil que estamos vivendo, por isso estarmos atentos nos fará mais felizes e próximos uns dos outros: Se tiver afinidade pergunte a algumas pessoas de seu grupo, sua equipe: O que posso fazer por você?Como você está? Tem alguém de seus familiares, que necessita de mais cuidados? Temos várias Paróquias com catequistas com Covid19, tem alguém aí? Façamos algumas preces, onde e para quem somente nossos corações e Deus chegarão, e saberão.


Compromisso: Nesse domingo estaríamos celebrando juntos, às 12h, a Santa Missa no dia Nacional do catequista. Então nos unamos numa só vos e assim peçamos ao Pai que nos direcione para o final da pandemia, e depois juntos no próximo ano celebraremos a graça do reencontro.


O Papa Francisco recordava-nos no discurso que fazia aos catequistas participantes no Congresso Internacional da Catequese durante o Ano da Fé (2013):
“Mas, por favor, não se compreende um catequista que não seja criativo. A criatividade é como que a coluna do ser catequista. Deus é criativo, não se fecha, e por isso nunca é rígido. Deus não é rígido! Acolhe-nos, vem ao nosso encontro, compreende-nos. Para sermos fiéis, para sermos criativos, é preciso saber mudar. Saber mudar. E porque devo mudar? É para me adequar às circunstâncias em que devo anunciar o Evangelho”. Não te esqueças de dedicar tempo a ti própria/o como catequista: para continuares a aprofundar a nossa vocação e identidade de catequistas; e, na formação, para cultivares a nossa espiritualidade por meio da oração e da meditação.

Oração do catequista
Senhor, chamaste-me a ser Catequista na Tua Igreja e na minha paróquia. Confiaste-me a missão de anunciar a Tua Palavra, de denunciar o pecado, de testemunhar com a minha vida os valores do Evangelho. É grande a minha responsabilidade, mas confio na Tua graça. Faz-me Teu instrumento para que venha o Teu Reino de amor e de Paz, de Fraternidade e Justiça. Amém!


Rezemos: Pai Nosso...Rezemos à nossa Mãe Maria. Ave Maria...



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