Diocese de Votuporanga


Materias
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No último sábado (24/03) aconteceu na paróquia Santo Antônio de Pádua na cidade de Cosmorama, o Primeiro Encontro Vocacional Diocesano deste ano de 2021.

Contou com a participação de 4 jovens (Arsenor, Danilo, Gustavo e Hélio), que ao longo deste ano estarão fazendo seu discernimento vocacional, a fim de ingressarem no Seminário Propedêutico no ano vindouro. O encontro teve início às 08h com o café da manhã e encerrou-se às 16h com a celebração da Santa Missa, presidida pelo bispo diocesano, Dom Moacir Aparecido de Freitas e contou, também, com a participação dos Padres Murilo de Souza da Silveira e Silvio Donizete Delfino que são promotores vocacionais de nossa diocese.

Rezemos pelos vocacionados de nossa Diocese!

"Vocação acertada, futuro feliz"

   

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EDIÇÕES CNBB DISPONIBILIZA VIDEOAULAS PARA AJUDAR COMUNIDADES NA PREPARAÇÃO DA CFE 2021

A Edições CNBB, editora da CNBB, disponibilizou três videoaulas para ajudar as comunidades na preparação e vivência da Campanha da Fraternidade Ecumênica 2021 nas paróquias e dioceses. O conteúdo é apresentado pelo secretário executivo de Campanhas da CNBB, padre Patriky Samuel Batista, de maneira didática, rápida, clara e objetiva, favorecendo a compreensão sobre o tema “Fraternidade e Diálogo: compromisso de amor” e o lema, “Cristo é a nossa paz: do que era dividido, fez uma unidade” (Ef 2,14a).

Na primeira videoaula, padre Patriky fala sobre a estrutura do texto-base da campanha e das características do “ver”, a primeira de quatro partes do documento, na qual são oferecidas “impressões sobre o tempo presente”, a partir da figura dos discípulos de Emaús. Num tempo marcado por diversas polarizações, fica a pergunta: “O que aconteceu conosco que já não dialogamos mais como antigamente?”. A proposta de reflexão segue na perspectiva de reestabelecer o diálogo como compromisso de amor.

Confira:

https://youtu.be/96r7_HR-qFE

Na segunda videoaula, o secretário executivo das Campanhas aborda o segundo momento do texto-base, onde as pessoas são chamadas a iluminar a atual realidade, marcada por divisões e polarizações com a Palavra de Deus. “A segunda parada que o texto-base nos traz como proposta nos ajuda a refletir sobre dois textos bíblicos: os Discípulos de Emaús e a carta que Paulo escreve à comunidade de Éfeso”, explica padre Patriky.

Confira:

https://youtu.be/gIZMBUutIs0

Na videoaula de número 3, o padre Patriky fala sobre as duas partes finais do texto-base: o agir e o celebrar. No agir, o padre fala que é contemplada as diversas iniciativas que o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs, o Conic, entendeu ao longo dos anos como testemunho concreto da possibilidade do diálogo mesmo com as diferenças, a exemplo da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, uma oportunidade para conhecer a iniciativa. Já no celebrar ele explica que é uma proposta, um roteiro para a celebração ecumênica, que pode acontecer de forma virtual ou presencial.

Confira:

https://youtu.be/xkGQ3rqUf7o

fonte

https://www.cnbb.org.br/edicoes-cnbb-disponibiliza-videoaulas-para-ajudar-comunidades-na-preparacao-da-cfe-2021/

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Materiais da Campanha da Fraternidade 2021


Circulos Biblicos


Via Sacra


Jovens


Ensino Fundamental 01


Ensino Fundamental 02


Ensino Medio

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Encontros Vocacionais

"Vocação é arriscar-se as mãos de Deus!"

A Diocese de Votuporanga/SP juntamente com a Pastoral Vocacional, convida os meninos para participar dos Encontros Vocacionais que acontecerão no 4° Final de Semana de cada mês, na cidade de Cosmorama/SP. 

Diocese de Votuporanga

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JMJ 2023: plataformas digitais propõem orações mensais

A primeira proposta de oração é para este sábado, 7; iniciativa convida os jovens a se prepararem para o encontro de Lisboa

As plataformas digitais Click To Pray e o Passo a-Rezar propõem, a partir deste mês de novembro, um conjunto de propostas de oração mensais de preparação para Jornada Mundial da Juventude Lisboa 2023.

Nos primeiros sábados de cada mês, o Passo-a-Rezar divulga uma oração que é também um convite dirigido a todos os jovens para participarem do espírito da JMJ e para se envolverem no caminho de preparação até 2023. As meditações são propostas pela organização da Jornada Mundial da Juventude e lidas por jovens portugueses. Esta parceria tem início neste sábado, 7.

Pensando nos jovens de todo o mundo, a equipe portuguesa do Click To Pray prepara ainda as propostas de oração da manhã e da tarde em todos os dias 23 de cada mês. Estas meditações são inspiradas nas reflexões e discursos do Papa Francisco aos jovens, ao longo do pontificado, e traduzidas em todas as línguas da plataforma Click To Pray: português, espanhol, francês, inglês, italiano, alemão, chinês, vietnamita e japonês.

A preparação da Jornada Mundial da Juventude Lisboa 2023 no Click To Pray e no Passo-a-Rezar resulta de uma parceria entre o Comité Organizador Local da JMJ Lisboa 2023 e a Rede Mundial de Oração do Papa, que gere as plataformas digitais Click To Pray (a aplicação oficial de oração do Papa Francisco) e Passo-a-Rezar (que propõe passos diários de oração através das redes sociais).

As propostas de oração são divulgadas através dos canais de comunicação e redes sociais da JMJ Lisboa 2023 e da Rede Mundial de Oração do Papa, a nível nacional (Passo-a-Rezar) e internacional (Click To Pray).

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Sem água não há vida, afirma Papa em encontro com bispos

O Papa Francisco no domingo se juntou aos bispos italianos em seu apelo pelo cuidado com a água, por se tratar de um bem comum.

Anualmente, sempre no dia 8 de novembro, a Itália celebra um dia — dedicado a um tema diferente — promovido pela Conferência dos Bispos Católicos da Itália. Este ano o tema é “Água, benção da terra”.

Água, disseram os bispos italianos, é um presente — o primeiro de todos. Os religiosos italianos expressam a sua proximidade “aos homens e mulheres da Terra, sabendo que o bem-estar da população depende do seu trabalho generoso”, conscientes de que a pandemia de Covid-19 “teve um forte impacto em todo o mundo e no trabalho [desenvolvido pelas pessoas]”.

Falando após a oração mariana do Angelus, o Papa Francisco observou que “a água é vital para a agricultura; também é vital para a vida!”. O Sucessor de Pedro expressou sua proximidade com oração e carinho ao mundo rural, e “especialmente aos pequenos agricultores”, explicando que “o seu trabalho é mais importante do que nunca neste tempo de crise”.

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Alimento e teste da Covid-19 para os indigentes, a caridade do Papa não pára

Dom Rino Fisichella apresentou nesta quinta-feira na Sala de Imprensa vaticana as iniciativas para o quarto Dia Mundial dos Pobres, em 15 de novembro próximo, com a Missa celebrada pelo Papa na Basílica de São Pedro na presença de cerca de uma centena de pessoas. Ativada uma rede de solidariedade para levar alimentos, máscaras e ajuda a milhares de famílias.

Debora Donnini, Silvonei José – Vatican News

No ambulatório sob a Colunata na Praça São Pedro, aberto das 8h às 14h, gerida pela Esmolaria Apostólica, as pessoas necessitadas, que devem ter acesso aos dormitórios ou que queiram regressar à sua terra natal, podem realizar o teste da Covid-19. Este é um dos sinais concretos para o quarto Dia Mundial dos Pobres, que se celebra no domingo, 15 de novembro. Em duas semanas, foram realizados 50 testes por dia. A pandemia, portanto, não pára a solidariedade, embora mudando, em parte, o "rosto" dos tradicionais sinais realizados para a ocasião, tais como o almoço dos pobres com o Papa e a clínica médica na Praça São Pedro, que foram suspensos.

Missa no domingo 15 de novembro

A apresentar este Dia durante a coletiva de imprensa online organizada pela Sala de Imprensa vaticana foi dom Rino Fisichella, Presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização. Um evento importante para todas as Dioceses do mundo, enfatiza ele, para manter vivo o sentido de fraternidade para com as pessoas mais desfavorecidas. Na Missa com o Papa no domingo na Basílica de São Pedro", disse dom Fisichella, "apenas 100 pessoas estarão presentes, representando todos os pobres do mundo, juntamente com voluntários e benfeitores. E alguns dos presentes irão proclamar as leituras litúrgicas. A celebração eucarística será transmitida ao vivo, com comentários em português em streaming no portal Vatican News.

Temos responsabilidade para com os outros

Dom Fisichella retoma o significado profundo deste Dia que ocorre no XXXIII Domingo do Tempo Comum e foi instituído pelo Papa Francisco como um sinal concreto com a Carta Apostólica Misericordia et misera, no final do Jubileu da Misericórdia em 2016. "Estendei a mão aos pobres" - expressão retirada do Livro da Sabedoria - é o tema escolhido este ano como expresso na Mensagem do Papa para este IV Dia, recorda o prelado ao sublinhar a urgência à qual a pandemia submeteu o mundo inteiro e ao recordar como cada vez mais famílias estão em dificuldades. "Nestes meses, em que o mundo inteiro tem sido como que dominado por um vírus que trouxe dor e morte, desânimo e perplexidade, quantas mãos estendidas conseguimos ver", escreveu o Papa, recordando que "este é um momento favorável para sentir uma vez mais que precisamos uns dos outros, que temos uma responsabilidade uns para com os outros e para com o mundo”.

Alimentos e máscaras

"Mais uma vez o Papa Francisco também estendeu a sua mão com várias iniciativas para tornar este Dia concreto", salienta o prelado. Não faltam, de fato, iniciativas de apoio alimentar graças à extensa generosidade de alguns benfeitores. Por conseguinte, foram realizados sinais que expressam a atenção do Papa Francisco. "Com o grande apoio de Roma Cares e a generosidade de Elite supermercados, enviaremos nestes dias 5.000 pacotes de bens de primeira necessidade às famílias de cerca de sessenta paróquias romanas que, especialmente neste período, se encontram em dificuldades", diz dom Fisichella. Para além de alimentos de vários tipos, serão também a enviadas algumas máscaras e um bilhete com uma oração do Papa Francisco. O "obrigado" do prelado vai então para o CEO do time do Roma Guido Fienga para Roma Cares e à família Fedeli, proprietária de Elite supermercados. Os pacotes foram embalados por um grupo de vinte jovens atualmente à espera de emprego.

Dom Fisichella menciona também a fábrica de massas "La Molisana" que também este ano - diz - quis estar presente "nas nossas iniciativas com 2,5 toneladas da famosa massa, que serão destinadas a várias Casas Família e Associações de Caridade". Assim como a Société des Centres Commerciaux Italia s.r.l. e a Fundação Robert Halley, que quiseram apoiar as iniciativas do Santo Padre com a sua generosidade em favor dos muitos pobres. Além disso, com o apoio da UnipolSai Assicurazioni, foi enviado um primeiro lote de 350.000 máscaras para pelo menos 15.000 estudantes de escolas de vários níveis, especialmente nos grandes subúrbios da cidade - um sinal de apoio e um convite aos jovens para não subestimarem os perigos da pandemia.

As mãos e o sorriso

Para o Dia também este ano foi preparado um Subsídio Pastoral, traduzido em cinco línguas: trata-se - assinala dom Fisichella – de "um instrumento eficaz para que o Dia não se limite apenas a iniciativas caritativas, mas essas iniciativas sejam apoiadas pela oração pessoal e comunitária". Finalmente, o prelado volta a citar a Mensagem para  quarto Dia em que o Papa, comentando a frase do Livro da Sabedoria "Em todas as suas ações, lembre-se do seu fim", revela como o texto se presta a uma dupla interpretação: por um lado para ter em mente o fim da existência, uma atitude que nos impele a levar uma vida com atenção aos mais pobres; por outro lado, podemos compreender o fim da vida como um projeto a ser cumprido. E o fim de cada ação só pode ser o amor. Um amor que se exprime não só com a mão estendida mas também com o sorriso "de quem", escreveu o Papa, "não faz pesar a sua presença e a ajuda que oferece, mas regozija-se somente em viver o estilo dos discípulos de Cristo". Um dia, então, ao qual se preparar, estendendo as mãos e abrindo o coração ao sorriso dos outros, reagindo desta forma à cultura dos descartados para abraçar a da fraternidade. 

fonte: https://www.vaticannews.va/pt/vaticano/news/2020-11/alimento-e-testes-covid-para-os-indigentes-a-caridade-do-papa.html

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O Papa: educação, abrir-se ao grito que vem de cada ser humano e da Criação

Francisco agradece e saúda os responsáveis dos diversos Institutos de Vida Consagrada que participam e tornaram possível o encontro sobre o desafio de reconstrução do Pacto Educativo Global que se realiza on-line a partir desta quinta-feira (12/11).

Mariangela Jaguraba - Vatican News

O Papa Francisco enviou uma mensagem ao prepósito-geral da Ordem dos Clérigos Regulares Pobres da Mãe de Deus das Escolas Pias, mais conhecida como Escolápios, pe. Pedro Aguado Cuesta, por ocasião do encontro, promovido pela ordem, sobre o desafio de reconstrução do Pacto Educativo Global que se realiza on-line, por causa da pandemia de coronavírus, a partir desta quinta-feira (12/11) e prossegue até sábado 14. Francisco agradece e saúda os responsáveis dos diversos Institutos de Vida Consagrada que participam e tornaram possível este evento.

Ouça e compartilhe

“A Vida Consagrada sempre esteve na vanguarda da tarefa educacional”, ressalta o Papa, citando como exemplo o fundador dos Escolápios, São José de Calasanz, que construiu a primeira escola para crianças, mas também os religiosos que o educaram e muito antes os mosteiros medievais que preservaram e difundiram a cultura clássica”. Segundo Francisco, “desta raiz forte surgiram carismas diferentes em todas as épocas da história que, por dom de Deus, souberam adaptar-se às necessidades e desafios de cada tempo e lugar. Hoje, a Igreja os chama a renovar este propósito a partir de sua própria identidade, e eu lhes agradeço por ter assumido este testemunho com tanta determinação e entusiasmo”.

Focalizar

A seguir, o Papa sintetiza em três linhas de ação concretas os sete compromissos essenciais do Pacto Educativo Global que está sendo promovido: focalizar, acolher e envolver.

“Focalizar no que é importante é colocar a pessoa no centro”, ressalta o Pontífice, “no seu valor, na sua dignidade, fazer sobressair a sua especificidade, a sua beleza, a sua singularidade e, ao mesmo tempo, a sua capacidade de se relacionar com os outros e com a realidade que a rodeia. Valorizar a pessoa faz da educação um meio para que as nossas crianças e jovens cresçam e amadureçam, adquirindo as habilidades e os recursos necessários para construirmos juntos um futuro de justiça e paz. Trabalhamos para as pessoas, são elas que formam as sociedades e estruturam uma única humanidade, chamada por Deus a ser o seu Povo eleito”.

Acolher

Segundo o Papa, para conseguir isso, é necessário o acolhimento, que “significa ouvir o outro, os destinatários de nosso serviço, as crianças e os jovens. Isso implica que pais, alunos e autoridades, os principais agentes da educação, escutem outros tipos de sons, que não são simplesmente os do nosso círculo educacional. Isso os impedirá de se fecharem em sua própria autorreferencialidade e os fará abrir-se ao grito que vem de cada ser humano e da Criação. Precisamos incentivar as nossas crianças e jovens a aprenderem a se relacionar, a trabalhar em grupo, a ter uma atitude empática que rejeita a cultura do descarte. Da mesma forma, é importante que aprendam a salvaguardar a nossa Casa comum, protegendo-a da exploração de seus recursos, adotando estilos de vida mais sóbrios e procurando fazer pleno uso de energias renováveis que respeitem o ambiente humano e natural, respeitando os princípios de subsidiariedade e solidariedade e a economia circular”.

Envolver

“A última linha de ação é decisiva: envolver”, ressalta o Papa. “A atitude de escuta, definida em todos esses compromissos, não pode ser entendida como mero ouvir e esquecer, mas tem que ser uma plataforma que permita a todos de se comprometerem ativamente neste trabalho educacional, cada um a partir de sua especificidade e responsabilidade. Envolver-se e engajar-se significa trabalhar para dar às crianças e jovens a possibilidade de ver este mundo que deixamos como um legado com um olhar crítico, capaz de entender os problemas nas áreas da economia, da política, crescimento e progresso, e propor soluções que estejam a serviço do ser humano e de toda a família humana, na perspectiva de uma ecologia integral”.

Francisco conclui a mensagem, afirmando que acompanha com suas “orações os esforços de todos os Institutos representados neste evento, e de todos os consagrados e leigos que trabalham no campo da educação, pedindo ao Senhor que a Vida Consagrada seja também parte essencial do Pacto Educativo Global neste momento histórico”.

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Comissão Vida e Família promove Semana da Vida em sintonia com CF 2020

Vida: dom e compromisso”. Assim como a proposta da Campanha da Fraternidade 2020, a Semana Nacional da Vida (SNV) deste ano quer dar destaque ao valor da vida humana, como dom de Deus, e à necessidade de promover o cuidado deste dom desde a concepção até o seu fim natural. De 1º a 7 de outubro, a Igreja no Brasil celebra a Semana Nacional da Vida, culminando com o Dia do Nascituro, no dia 8.

A SNV foi instituída, em 2005, durante a 43ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). O Dia do Nascituro é dedicado às crianças que são gestadas nos ventres de suas mães. A data celebra o direito à proteção da vida, à saúde, à alimentação, ao respeito e a um nascimento sadio. O objetivo é suscitar a consciência do sentido e valor da vida humana em todos os seus momentos.

Neste ano, o tema da Semana Nacional da Vida retoma a Campanha da Fraternidade ‘Vida: dom e compromisso’. Somos convidados a viver, cada dia dessa semana, com disposição interior de levarmos o Evangelho da Vida aos corações que precisam de cuidado e atenção”, motiva o bispo de Rio Grande (RS) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB, dom Ricardo Hoepers.

Contexto de crises

Para o bispo, a busca pela superação de uma crise sanitária e social, na atualidade, soma-se a uma crise moral: “O Papa São João Paulo II já apontava uma causa de toda essa crise moral: um ataque desenfreado contra a família, a célula da sociedade, o santuário da vida. A família ‘é o lugar onde a vida, dom de Deus, pode ser convenientemente acolhida e protegida contra os múltiplos ataques que está exposta e pode desenvolver-se segundo as exigências de um crescimento humano autêntico’ (São João Paulo II, Centesimus annus, 39). Com a crise da família, a sociedade toda entra em colapso”.

Mobilizações

A Semana Nacional da Vida é momento de oração, celebração, partilha e sensibilização das comunidades e da sociedade para os valores da vida e da família, destaca dom Ricardo. Em todo o país as dioceses, paróquias e comunidades são motivadas a promoverem atividades voltadas ao debate sobre os cuidados, proteção e a dignidade da vida humana.

“Seja criativo, organize na sua diocese iniciativas que ajudem as pessoas a se tornarem mais promotoras da vida com o compromisso de que a vida é dom de Deus e nós temos que cuidar desse grande dom que recebemos, desde a concepção até o seu fim natural”.

Dom Ricardo Hoepers

Neste contexto de pandemia, a proposta é que sejam utilizadas as ferramentas digitais para, por exemplo, videoconferências com legisladores ou outras autoridades sobre a temática da vida e a realização de lives com especialistas. Tais ações, “podem fazer com que muitas pessoas sejam atraídas para as proposições e demandas da Igreja”, de acordo com o assessor da Comissão para a Vida e a Família e secretário executivo da Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF), padre Crispim Guimarães.

Subsídio com encontros

A CNPF oferece a cada ano o subsídio Hora da Vida, com encontros celebrativos e de reflexão sobre a temática da vida. No material, oferecido gratuitamente neste ano, há roteiros para os encontros da Semana Nacional da Vida e propostas de celebração para o Dia do Nascituro e para o dia de São Lucas, padroeiro dos médicos, celebrado em 18 de outubro.

Programação Nacional

A CNPF também irá promover dois momentos de celebração nacional da Semana Nacional da Vida, os quais poderão ser acompanhados pelas redes sociais. No dia 1º de outubro, a partir das 18h, haverá a abertura nacional, com missa presidida por dom Ricardo Hoepers, direto da Catedral São Pedro, em Rio Grande. Na sequência, padre Crispim Guimarães conduz uma live aprofundando o tema da SNV 2020 com uma entrevista com a médica Mônica Guarnieri, missionária e voluntária com seis anos de experiência no mundo humanitário.

No dia 8 de outubro, Dia do Nascituro, será realizada uma segunda live, encerrando a SNV 2020. Na ocasião, o arcebispo de Belo Horizonte (MG) e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Walmor Oliveira de Azevedo, partilha sobre o Pacto pela Vida e pelo Brasil. Também serão apresentadas durante a live experiências concretas de cuidado com a vida em várias partes do Brasil.

 

fonte:

http://site.cnpf.org.br/noticias/vida/comissao-vida-e-familia-promove-semana-da-vida-em-sintonia-com-cf-2020/

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Mês Missionário - A Vida é Missão - Diocese de Votuporanga

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Caros padres, diáconos, religiosos, religiosas, seminaristas
e povo fiel de Deus

É com alegria que preparamos este material como sugestão para as atividades do Mês Missionário em nossa Diocese. Vivemos um momento diferente, são tempos difíceis, não há como negar, no entanto, como filhos e filhas de Deus, continuamos sendo chamados à evangelização, primeiro por meio de nossas atitudes, depois, junto ao anúncio da Palavra.

Mesmo com limitações, é importante que celebramos esse momento. A criatividade sempre foi e será uma peça valiosa diante das dificuldades, portanto, sejamos criativos. Lembramos que cada item neste material é uma sugestão e pode ser aperfeiçoado diante da sua realidade. As redes sociais serão essenciais e por meio delas será possível buscar uma interação ainda maior com os fiéis de sua comunidade.

Rogamos a Deus, pedindo o intermédio de nossa mãe, Nossa Senhora Aparecida, para que cada atividade seja regada de alegria, fé, esperança e caridade, pois assim, ganhamos forças para juntos vencermos a escuridão que a pandemia nos trouxe, destacando a luz, que é Cristo Jesus.

EQUIPE EXECUTIVA COMIDI – VOTUPORANGA
Coordenador
Marcos Antônio Graciano

Assessora
Irmã Claudenice Aparecida Sabadin (IFCM)

Arliete Silva de Oliveira
Maria Aparecida Ferreira

Seminaristas
Alan Daga Miatello
Ancelmo José Lio

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Dez Mandamentos do Dizimista

1º Sou dizimista porque amo a Deus e amo o meu próximo. Partilho com alegria, conforme manda meu coração, seguindo as palavras de São Paulo (2 Cor 9-7).

2º Sou dizimista porque reconheço que tudo recebo de Deus. " O Senhor é meu pastor nada me faltará"(Sl 23). "que tens tu que não tenhas recebido?" (São Paulo em 1 Cor 4,7).

3º Sou dizimista porque minha gratidão a Deus me leva a devolver um pouco do muito que recebo. “Não foram dez os curados? Onde estão os outros nove? Só um voltou para dar glória a Deus? (Lc 17, 11-19).

4º Sou dizimista porque aceito como palavra de Deus o que leio na Bíblia, e sei que dízimo é fonte de bênçãos. "Trazei o dízimo integral ao templo para que haja alimento em minha casa" (MI 3,10) "Esta pobre viúva deu mais que todos os outros"(Lc 21,1-4)

5º Sou dizimista porque creio, e confio, em Deus Pai; minha contribuição é prova de fé e de confiança. "Olhai as aves do céu, olhai os lírios do campo!" "Muito mais o Pai cuidará de vós" (Mt 6,25-31)

6º Sou dizimista porque o partilhar mata o meu egoísmo. "Insensato, hoje morrerás. De que te valeu ter acumulado tantos Tesouros?"(Lc 12,16-21). "O amor cobre uma multidão de pecados" (1 Pd 4,8)

7º Sou dizimista porque creio na vida cristã em comunidade. "Onde dois ou mais se juntarem em meu nome, eu estarei no meio deles" (Mt 18,20). "Vocês são todos irmãos"

8º Sou dizimista porque Deus, o único pai rico, não quer ninguém passando necessidade. “Tudo o que fizeste a um dos meus irmãos mais pequenos, a mim o fizeste” (Mt 25, 40).

9º Sou dizimista porque gosto de viver em liberdade e alegria, celebrando desde já a vida plena. "Vou preparar-vos um lugar" (Jo 14,1-5). "Vinde, benditos de meu Pai..."(Mt 25,34)".

10º Sou dizimista porque quero ver minha comunidade crescer e minha igreja testemunhar o Evangelho no mundo inteiro. "Ide por toda a terra, pregai a Boa Nova. Batizai em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo" (Mt 28,19-20; Mc16,15)

 

“Ser dizimista consciente, uma graça de Deus”

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PACTO PELA VIDA E PELO BRASIL

Cidadãos brasileiros, mulheres e homens de boa-vontade, mais uma vez, conclamamos a todos:
1. O Brasil vive uma grave crise – sanitária, econômica, social e política -- exigindo de todos, especialmente de governantes e representantes do povo, o exercício de uma cidadania guiada pelos princípios da solidariedade e da dignidade humana, assentada no diálogo maduro, corresponsável, na busca de soluções conjuntas para o bem comum, particularmente dos mais pobres e vulneráveis. O momento que estamos enfrentando clama pela união de toda a sociedade brasileira, para a qual nos dirigimos aqui. O desafio é imenso: a humanidade está sendo colocada à prova. A vida humana está em risco.
2. A pandemia do novo coronavírus se espalha pelo Brasil exigindo a disciplina do isolamento social, com a superação de medos e incertezas. O isolamento se impõe como único meio de desacelerar a transmissão do vírus e seu contágio, preservando a capacidade de ação dos sistemas de saúde e dando tempo para a implementação de políticas públicas de proteção social. Devemos, pois, repudiar discursos que desacreditem a eficácia dessa estratégia, colocando em risco a saúde e sobrevivência do povo brasileiro. Em contrapartida, devemos apoiar e seguir as orientações dos organismos nacionais de saúde, como o Ministério da Saúde, e dos internacionais, a começar pela Organização Mundial de Saúde - OMS.
3. Os países democráticos atingidos pelo COVID-19 estão construindo agendas e políticas para combatê-lo de maneira própria, segundo suas características, mas, todos, sem exceção, na colaboração estreita entre sociedade civil e classe política, entre agentes econômicos, pesquisadores e empreendedores, convencidos de que a conjugação de crise epidemiológica e crise econômica assume tal magnitude, que só um amplo diálogo pode levar à sua resolução. É hora de entrar em cena no Brasil o coro dos lúcidos, fazendo valer a opção por escolhas científicas, políticas e modelos sociais que coloquem o mundo e a nossa sociedade em um tempo, de fato, novo.
4. Nossa sociedade civil espera, e tem o direito de exigir, que o Governo Federal seja promotor desse diálogo, presidindo o processo de grandes e urgentes mudanças em harmonia com os poderes da República, ultrapassando a insensatez das provocações e dos personalismos, para se ater aos princípios e aos valores sacramentados na Constituição de 1988. Cabe lembrar que a árdua tarefa de combate à pandemia é dever de todos, com a participação de todos -- no caso do Governo Federal, em articulada cooperação com os governos dos Estados e Municípios e em conexão estreita com as nossas instituições.
5. A hora é grave e clama por liderança ética, arrojada, humanística, que ecoe um pacto firmado por toda a sociedade, como compromisso e bússola para a superação da crise atual. Como em outras pandemias, sabemos que a atual só agravará o quadro de exclusão social no Brasil. Associada às precárias condições de saneamento, moradia, renda e acesso a serviços públicos, a histórica desigualdade em nosso país torna a pandemia do novo coronavírus ainda mais cruel para brasileiros submetidos a privações. Por isso, hoje nos unimos para conclamar que todos os esforços, públicos e privados, sejam envidados para que ninguém seja deixado para trás nesta difícil travessia.
6. Não é justo jogar o ônus da imensa crise nos ombros dos mais pobres e dos trabalhadores. O princípio da dignidade humana impõe a todos e, sobretudo, ao Estado, o dever de dar absoluta prioridade às populações de rua, aos moradores de comunidades carentes, aos idosos, aos povos indígenas, à população prisional e aos demais grupos em situação de vulnerabilidade. Acrescente-se ao princípio da dignidade humana, o princípio da solidariedade – só assim iremos na direção de uma sociedade mais justa, sustentável e fraterna.
7. É fundamental que o Estado Brasileiro adote políticas claras para garantir a saúde do povo, bem como a saúde de uma economia que se volte para o desenvolvimento integral, preservando emprego, renda e trabalho. Em tempos de calamidade pública, tornam-se inadiáveis a atualização e ampliação do Bolsa Família; a rápida distribuição dos benefícios da Renda Básica Emergencial, já aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo Executivo, bem como a sua extensão pelo tempo que for necessário para a superação dos riscos de saúde e sobrevivência da população mais pobre; a absorção de parte dos salários do setor produtivo pelo Estado; a ampliação de estímulos fiscais para doações filantrópicas ou assistenciais; a criação do imposto sobre grandes fortunas, previsto na Constituição Federal e em análise no Congresso Nacional; a liberação antecipada dos precatórios; a capitalização de pequenas e médias empresas; o estímulo à inovação; o remanejamento de verbas públicas para a saúde e o controle epidemiológico; o aporte de recursos emergenciais para o setor de ciência & tecnologia no enfrentamento da pandemia; e o incremento geral da economia. São um conjunto de soluções assertivas para salvaguardar a vida, sem paralisar a economia.
8. Ressalte-se aqui a importância do Sistema Único de Saúde - SUS, mais uma vez confirmada, com seus milhares de agentes arriscando as próprias vidas na linha de frente do combate à pandemia. É necessário e inadiável um aumento significativo do orçamento para o setor: o SUS é o instrumento que temos para garantir acesso universal a ações e serviços para recuperação, proteção e promoção da saúde.
9. Em face da expansão da pandemia e de suas consequências, é imperioso que a condução da coisa pública seja pautada pela mais absoluta transparência, apoiada na melhor ciência e condicionada pelos princípios fundamentais da dignidade humana e da proteção da vida. Reconhecemos que a saúde das pessoas e a capacidade produtiva do país são fundamentais para o bem-estar de todos. Mas propugnamos, uma vez mais, a primazia do trabalho sobre o capital, do humano sobre o financeiro, da solidariedade sobre a competição.
10. É urgente a formação deste Pacto pela Vida e pelo Brasil. Que ele seja abraçado por toda a sociedade brasileira em sua diversidade, sua criatividade e sua potência vital. E que ele fortaleça a nossa democracia, mantendo-nos irredutivelmente unidos. Não deixaremos que nos roubem a esperança de um futuro melhor.


Dia Mundial da Saúde, 7 de abril de 2020

Dom Walmor Oliveira de Azevedo, presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB
Felipe Santa Cruz, presidente da Ordem dos Advogados do Brasil - OAB
José Carlos Dias, presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos Dom Paulo Evaristo Arns - Comissão Arns
Luiz Davidovich, presidente da Academia Brasileira de Ciências - ABC
Paulo Jeronimo de Sousa, presidente da Associação Brasileira de Imprensa - ABI
Ildeu de Castro Moreira, presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência – SBPC

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Assumindo e concretizando o pacto pela vida e pelo brasil

“Dialogar, discutir e indicar, nestes próximos dias, em vista da urgência do momento atual, o que nos cabe como tarefa para efetivar o Pacto pela Vida e pelo Brasil. Partindo do que já vem sendo realizado, definir o que mais urgentemente devemos promover em nível nacional, regional e local”.

1. O QUE – O Pacto pela Vida e pelo Brasil (PVB) é um documento de dez parágrafos, construído em conjunto por seis entidades nacionais e assinado em 7 de abril de 2020. Essa data foi escolhida por ser o Dia Mundial da Saúde e o Brasil estar sob os efeitos diretos e indiretos da pandemia do coronavírus.

Após sua assinatura, muitas outras entidades subscreveram o PVB, manifestando sua concordância em relação ao que ali é descrito e proposto.

Em cada parágrafo, trata de um aspecto considerado importante no atual momento da vida brasileira. Se, em outros temas, podem existir visões diferentes entre as entidades signatárias, no Pacto pela Vida e pelo Brasil, todas são concordes quanto ao que consta no documento.

Não é, por certo, um documento dirigido à formação especificamente religiosa, mas ao compromisso social, perguntando por nossa corresponsabilidade na preservação da vida de pessoas, povos e do meio-ambiente.

2. QUEM – São convocadas todas as forças evangelizadoras presentes no Brasil: os Regionais da CNBB, as províncias eclesiásticas, as dioceses com suas paróquias e demais comunidades, as comissões episcopais de pastoral, os organismos do Povo de Deus, além de outras instituições católicas que desejam participar. Essa é a hora de, unidos, respondermos concretamente ao que pactuamos.

3. COMO – Ler e refletir sobre o PVB, responder às perguntas abaixo e as enviar para pacto@cnbb.org.br. São várias perguntas, é verdade. O ideal é que todas sejam respondidas e as respostas enviadas de acordo com o número de cada pergunta, sem fundir respostas. O modo de realizar a escuta se adaptará às realidades locais.

4. ATÉ QUANDO – Este momento de escuta e partilha permanecerá aberto. Sempre que necessário, novas indicações serão apresentadas. Por certo, as agendas de pessoas e instituições não estão vazias. No entanto, a gravidade do atual momento pede um esforço a mais no sentido de participar.

5. POR QUÊ – Somam-se aqui alguns motivos que não podemos desprezar:

A urgência de discernirmos caminhos para o enfrentamento do quadro pandêmico vivido no Brasil atualmente.

A necessidade de o fazermos num processo de ampla escuta e partilha, expressão da comunhão que deve ser testemunhada na vida eclesial.

O diálogo da Igreja com a sociedade civil e, internamente, entre as diversas instâncias eclesiais.

6. ONDE – Informações e esclarecimentos podem ser encontrados em cnbb.org.br

PERGUNTAS PARA MERGULHAR NO PACTO PELA VIDA E PELO BRASIL (PVB)

1) Você se reconhece nas afirmações e nos desafios apresentados pelo PVB? Por quê? Que aspectos você destaca como os mais relevantes?

2) Que aspectos do PVB não ficaram claros para você? Que dúvidas você tem para compreender a mensagem ali apresentada?

3) Que sugestões você apresenta para que se concretize a “união de toda a sociedade brasileira” neste momento tão desafiador? Que passos podemos dar para que, numa sociedade plural, seja possível estabelecer pontos de união em vista do bem do povo brasileiro?

4) O diálogo com instâncias da sociedade, em busca do bem comum, é uma prática na sua realidade? Se sim, relate os frutos; se não, explique o que impede.

5) Que passos são necessários para ajudar pessoas e famílias a seguirem as orientações sanitárias, ainda que enfrentando dificuldades econômicas e emocionais?

6) Conscientes de que o coronavírus colocou ainda mais às claras situações graves vividas por grande parcela do povo brasileiro, que passos podem ser dados para que pessoas e grupos em situação de maior vulnerabilidade sejam atendidos?

7) Que caminhos devem ser seguidos para pelo menos amenizar os impactos econômicos sobre as populações mais empobrecidas? O que é necessário para que o ônus da pandemia não seja jogado “nos ombros dos mais pobres e dos trabalhadores”?

8) Que passos precisamos dar para que a saúde, como direito fundamental e inalienável, seja efetivamente garantida a todos em nosso país?

9) O PVB destaca a importância das políticas públicas. A Campanha da Fraternidade de 2019 tinha um objetivo geral muito claro: “estimular a participação em políticas públicas, à luz da palavra de Deus e da doutrina social da igreja para fortalecer a cidadania e o bem comum, sinais de fraternidade”. Na sua realidade existem cristãos comprometidos nas instâncias de elaboração das políticas públicas? Como a Igreja pode contribuir para elaboração e implementação de “políticas públicas de proteção social”?

10) Na medida em que preocupa bastante a corrupção, afetando até mesmo o atendimento de saúde emergencial, que passos podem e devem ser dados para que a ética seja consolidada entre nós?

11) Que perguntas você considera importante e que não foram feitas aqui? A essas perguntas que resposta você daria?

12) O que sua realidade (Regional, Província Eclesiástica, diocese etc.) pode fazer para que o PVB seja mais conhecido, refletido e aplicado? Que sugestões você apresenta para que todas as instâncias possam fazer do PVB um instrumento de diálogo e discernimento sobre o futuro a construir?

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Presidente do Regional Sul 1 incentiva ações para o Grito dos Excluídos e faz um convite à reflexão sobre o “Pacto pela vida e pelo Brasil”

Em sintonia com 26ª edição do Grito dos Excluídos, que acontecerá no próximo dia 7 de setembro (segunda-feira), com o tema “Vida em Primeiro Lugar”, e lema “Basta de miséria, preconceito e repressão; queremos terra, trabalho, teto e participação”, o presidente do Regional Sul 1 da CNBB, Dom Pedro Luiz Stringhini, por meio de vídeo, convidou a todos a participar desse ato. Dom Pedro Luiz convidou também o povo a tomar conhecimento e divulgar o texto do “Pacto Pela Vida e Pelo Brasil”, iniciativa da CNBB, juntamente com outras organizações: Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a Comissão Arns de Direitos Humanos, a Academia Brasileira de Ciências (ABC), a Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).

 

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Mensagem do presidente da CNBB para o Dia da Pátria

Em um vídeo, que gravou especialmente como uma mensagem para o Dia da Pátria, celebrado no Brasil no 7 de Setembro, o arcebispo de Belo Horizonte (MG) e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Walmor Oliveira de Azevedo, reforçou a importância da democracia e da participação cidadã como caminhos que permitem que as diferenças se articulem e se tornem riqueza na construção do presente e também do futuro do Brasil como resposta aos desafios colocados pelo contexto do novo Coronavírus.

 

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Dia do Catequista Diocese de Votuporanga - 30 de agosto de 2020

“Ser catequista! Não trabalhar como catequista: isso não adianta! Catequista é uma vocação. Ser catequista: é esta a vocação; não trabalhar como catequista. Atenção, que eu não disse fazer de catequista, mas sê-lo, porque compromete a vida”. (Papa Francisco)

Ambientação: Criar um ambiente gostoso em nossa casa, mante lo no dia a dia: a Bíblia, vela, cruz, flores.(Mande uma foto de seu ambiente para seus amigos catequistas e para seus catequizandos).

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo!

Vinde Espírito Santo...

(Inicie essa oração com um breve silêncio e agradeça a Deus pela vocação de catequista! Louve pelo chamado e pela resposta amorosa que você tem dado a esse ministério tão importante para a Igreja)

Vamos fazer essa oração de preparação para celebrarmos o dia Nacional do Catequista, trazer presente o desejo de estarmos juntos, de estarmos com nosso grupo de catequistas, o nosso grupo de catequizandos, crismandos e os grupos do tempo da evangelização, também seus familiares. E assim entrarmos em comunhão. A situação de isolamento nos desafia a encontramos novas maneiras de alimentarmos nossa fé, permanecendo unidos. O importante é insistir que devemos permanecer unidos na fé e na fraternidade, como faziam os primeiros cristãos quando por algum motivo, não podiam estar reunidos fisicamente. Jesus nos pede que sempre devemos cuidar uns dos outros no seu amor. Vamos nos fazer próximos daqueles que o Senhor nos confia, no anúncio de sua Palavra e no amor fraterno.

Canto: Eis me aqui Senhor

A tradição apostólica nos ensina que em tempos difíceis de estarmos reunidos para celebrar nossa fé, temos que encontrar meios para permanecermos juntos. Por isso, os apóstolos quando estavam impossibilitados de reunir com a comunidade enviavam cartas, mensagens e até pessoas quando era possível, para continuar anunciando o Evangelho e cuidar das comunidades: “Eu, João, vosso irmão e companheiro na tribulação, na realeza e na perseverança, encontrava-me prisioneiro da ilha de Patmos por causa da Palavra de Deus e do Testemunho de Jesus. No dia do Senhor, fui arrebatado pelo Espírito Santo… o anjo do Senhor me disse: escreve às sete igrejas de Éfeso” (Ap 1, 9; 2,1). Em suas casas, determinavam lugares e dias para rezar e permanecer em em comunhão: “Tendo entrado na cidade, subiram à sala de cima, onde costumavam ficar. Eram Pedro, e João. Tiago e André, Filipe e Tomé, Bartolomeu e Mateus; Tiago, filho de Alfeu e Simão o Zelota; Judas e Tiago. Todos estes, unânimes, perseveravam na oração com algumas mulheres, entre as quais Maria, a mãe de Jesus” (At 112-14). O apóstolo Paulo, quando estava distante, escrevia cartas para orientar as comunidades cristãs que fundou. Era uma forma de se fazer próximo com os meios disponíveis na época: “Não precisamos vos escrever sobre o amor fraterno, pois aprendestes pessoalmente de Deus a amar-vos mutuamente, e é o que fazeis muito bem para com todos os irmãos em todos a Macedônia. Nós, porém, vos exortamos irmãos, a progredir cada vez mais” (1 Ts 4,10). Portanto, fiéis aos ensinamentos dos apóstolos, queremos encontrar meios para manter nossas pequenas comunidades catequéticas unidas em oração, na caridade e na escuta da Palavra de Deus nesse momento de isolamento... e assim nós, por causa da pandemia.

Aclamar o Evangelho cantando: É como a chuva que lava, é como o fogo que arrasa. Tua Palavra é assim, não passa por mim sem deixar um sinal. Tenho medo de não responder, de fingir que não escutei. Tenho medo de ouvir teu chamado, Virar do outro lado e fingir que eu não sei.

Proclamação do Evangelho Mt 16,21-27

Reler o texto: Sugestão de reflexão: Trata-se do primeiro anúncio explícito da paixão feito por Jesus aos discípulos e da reação desses, marcada pela não aceitação de um messias sofredor. Esse trecho é a sequência imediata do Evangelho do domingo passado, Mateus 16,13-20, quando Jesus perguntou sobre a sua identidade, e Pedro, em nome do grupo, confessou a sua fé, afirmando com aparente convicção que Jesus era o Messias esperado, o Filho do Deus vivo. Com a confissão solene e objetiva da fé feita por Pedro (cf. Mt 16,13-20), Jesus imaginava que o grupo dos discípulos tivesse atingido um grau considerável de maturidade para compreender o seu destino de sofrimento, por isso começou a anunciar de modo explícito quais seriam as consequências da forma como estava vivendo e fazendo as suas opções. Esse destino não poderia ser outro senão a cruz, ou seja, a condenação total e humilhante de jesus por parte dos detentores do poder político e religioso, incomodados com a sua mensagem de libertação.

E eu como vejo essa leitura? Jesus me convida a ser seu seguidor (catequista hoje) Ele não promete só alegria, mas a vida eterna a quem O segue. E eu? (Partilhar pela mídia, com os catequistas de seu grupo, sua equipe...)

É um tempo difícil que estamos vivendo, por isso estarmos atentos nos fará mais felizes e próximos uns dos outros: Se tiver afinidade pergunte a algumas pessoas de seu grupo, sua equipe: O que posso fazer por você?Como você está? Tem alguém de seus familiares, que necessita de mais cuidados? Temos várias Paróquias com catequistas com Covid19, tem alguém aí? Façamos algumas preces, onde e para quem somente nossos corações e Deus chegarão, e saberão.


Compromisso: Nesse domingo estaríamos celebrando juntos, às 12h, a Santa Missa no dia Nacional do catequista. Então nos unamos numa só vos e assim peçamos ao Pai que nos direcione para o final da pandemia, e depois juntos no próximo ano celebraremos a graça do reencontro.


O Papa Francisco recordava-nos no discurso que fazia aos catequistas participantes no Congresso Internacional da Catequese durante o Ano da Fé (2013):
“Mas, por favor, não se compreende um catequista que não seja criativo. A criatividade é como que a coluna do ser catequista. Deus é criativo, não se fecha, e por isso nunca é rígido. Deus não é rígido! Acolhe-nos, vem ao nosso encontro, compreende-nos. Para sermos fiéis, para sermos criativos, é preciso saber mudar. Saber mudar. E porque devo mudar? É para me adequar às circunstâncias em que devo anunciar o Evangelho”. Não te esqueças de dedicar tempo a ti própria/o como catequista: para continuares a aprofundar a nossa vocação e identidade de catequistas; e, na formação, para cultivares a nossa espiritualidade por meio da oração e da meditação.

Oração do catequista
Senhor, chamaste-me a ser Catequista na Tua Igreja e na minha paróquia. Confiaste-me a missão de anunciar a Tua Palavra, de denunciar o pecado, de testemunhar com a minha vida os valores do Evangelho. É grande a minha responsabilidade, mas confio na Tua graça. Faz-me Teu instrumento para que venha o Teu Reino de amor e de Paz, de Fraternidade e Justiça. Amém!


Rezemos: Pai Nosso...Rezemos à nossa Mãe Maria. Ave Maria...

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Presidência do Regional Sul 1 se solidariza com dom Edgar após explosão em Beirute

Dom Edgard Madi, Eparca maronita no Brasil (Foto: Canção Nova)

A Presidência do Regional Sul 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), presta solidariedade ao bispo da Eparquia Maronita Nossa Senhora do Líbano, Dom Edgard Madi, a comunidade Maronita e ao povo libanês, depois da forte explosão ocorrida no porto de Beirute.

Na nota, a Presidência da entidade apresenta, em nome dos irmãos bispos do Regional Sul 1, à pessoa de Dom Edgard, à Comunidade Maronita e ao sofrido povo libanês, solidariedade e orações diante da lamentável tragédia que afligiu o  Líbano.

Confira a íntegra do texto:

Nota de solidariedade à Dom Edgar Madi

Caríssimo Dom Edgar Madi!

Apresentamos, em nome dos irmãos bispos do nosso Regional, à sua pessoa, à Comunidade Maronita e ao sofrido povo libanês, nossa solidariedade e orações diante da lamentável tragédia que afligiu o  Líbano, devido à explosão que ceifou a vida de dezenas de pessoas, deixando milhares de feridos.

São numerosos os filhos e filhas do Líbano que vivem no Brasil, o que nos torna ainda mais próximos e fraternos.

Deus guarde na sua paz os que morreram, ampare e cure os feridos, anime e console seus familiares, ilumine os governantes e encoraje os que se empenham em promover a Paz.

Com sentimentos de afeto e amizade,

Fraternalmente,

Dom Pedro Luiz Stringhini
Presidente

Dom Edmilson Amador Caetano
Vice-Presidente

Dom Luiz Carlos Dias
Secretário

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Bispos do Regional Sul 1 se encontraram em reunião virtual

O episcopado paulista – Regional Sul 1 da CNBB – realizou, dia 06 de julho, um encontro virtual, com a participação de cerca de 35 bispos, para repercutir questões tratadas na reunião do Conselho Permanente da CNBB, ocorrida no último dia 25 de junho, além de outros assuntos.

Convocada pela presidência do Regional, a reunião, por videoconferência, abordou diversos temas. Um deles foi sobre a reabertura das igrejas e a celebração das missas com a presença dos fiéis, considerando a gradativa e cuidadosa flexibilização do isolamento social, em vigor por causa da pandemia.

Dom Reginaldo Andrietta, bispo de Jales, discorreu sobre a 6ª Semana Social Brasileira, que objetiva ser uma grande mobilização nacional em torno do tema Mutirão pela Vida: por Terra, Teto e Trabalho, diante do cenário da pandemia de Covid-19. Essa mobilização se inspira nas palavras do Papa Francisco, em Roma, em outubro de 2014, no seu encontro com os Movimentos Populares, quando convocou: “Digamos juntos, de coração: nenhuma família sem casa, nenhum camponês sem-terra, nenhum trabalhador sem direitos, nenhuma pessoa sem a dignidade que o trabalho dá”.

A semana social acontecerá no período de três anos (2020 a 2022) e um dos momentos centrais será o seminário nacional para formação de articuladores. A 6ª SSB conta, no Regional, com o acompanhamento de Dom Júlio Endi Akamine, bispo referencial para as pastorais sociais e a assessoria do Pe. Walter Merlugo, secretário executivo do Regional. O seminário do Regional Sul 1 da 6ª SSB acontecerá nos dias 24, 25 e 26 de julho.

Sobre as Eleições 2020, a tendência é fazer uso da Cartilha para as eleições municipais 2020 do Regional Sul 2, elaborada em três partes: 1. O sistema político brasileiro; 2. A Igreja e a Política; 3. As eleições municipais de 2020.

A presidência comunicou aos bispos que a aprovação do relatório financeiro de 2019 será feita após a reunião com o conselho econômico e conselho fiscal. Aproveitou-se para recordar as datas das Coletas de 2020: dia 13 de setembro para os lugares santos, 04 de outubro para o óbolo de São Pedro, 18 de outubro para missões e santa infância, 21 e 22 de novembro para Campanha da Fraternidade e Campanha da Evangelização (50% do total arrecadado serão destinados para a CF e 50% para a Evangelização).

Dom Eduardo Malaspina, bispo referencial da Comissão Regional em Defesa da Vida, comentou sobre o trâmite de dois projetos de lei de números 1444 e 1552, no Congresso Nacional. Os dois projetos têm como objetivo acolher a mulher nestes tempos de pandemia, onde a violência contra a mulher tem aumentado, no entanto induz, de forma não evidente, a prática do aborto nos hospitais públicos do Brasil. Os referidos projetos estão tramitando na Câmara dos Deputados e serão encaminhados para serem votados no Senado Federal. Neste sentido é muito importante que os senhores bispos entrem em contato com os deputados e senadores com os quais tenha contato, para esclarecê-los sobre os reais propósitos dos referidos projetos e as alterações necessárias.

Dom Vicente Costa, mais uma vez, solicitou à presidência que organize, ainda que no próximo ano, um encontro com a participação dos ecônomos e colaboradores na gestão econômico-financeira das Dioceses, com o objetivo de se conhecer as orientações as diretrizes e métodos de trabalho da CNBB nacional, traçar linhas de ação em comum e, sobretudo, garantir probidade, eficiência e transparência na vida administrativa das paróquias e dioceses.

Falou-se também sobre a missão ad gentes – Amazonas e na Diocese de Pemba, situada ao norte de Moçambique, na província de Cabo Delgado, na África. Em Pemba, a região de Nangade está sofrendo ataques de grupos radicais que praticam violência contra a população, incendiando casas e matando civis, o que tem causado um grande êxodo rumo a Pemba, que teve seu número de habitantes duplicado com a chegada desses refugiados.

A assembleia dos bispos do Regional está marcada para os dias 13 a 15 de outubro, em Itaici. Espera-se poder realizá-la de modo presencial, contando com o declínio da pandemia. A assembleia terá como tema central o Documento 110 da CNBB (1a. Edição 2019): Diretrizes para a formação dos Presbíteros da Igreja no Brasil.


Dom Pedro Luiz Stringhini
São Paulo, 09 de julho de 2020
Memória de Santa Paulina

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O fanatismo

Dom Paulo Mendes Peixoto
Arcebispo de Uberaba

 

Uma forma paranoica, com base religiosa ou política, como algumas pessoas agem, pode ser identificada como fanatismo. Há aí marcas psicológicas excessivas, irracionais e persistentes, como apaixonada adesão a uma causa, que pode chegar até ao delírio. Está muito claro que nessas atitudes extremas existe demonstração de desequilíbrios e situações preocupantes para a ordem social.

Na Igreja é celebrada a Festa de São Pedro e São Paulo. Pedro era um pescador, homem simples e trabalhador, mas Paulo era um religioso fanático, defensor da tradição dos antigos e, louco para assassinar os seguidores de Jesus Cristo. Para ele a doutrina cristã era uma afronta aos princípios do Império. Nele entendemos que o fanatismo provoca a morte e nunca ajuda na ordem pública.

O Brasil está passando por alguns fanatismos perigosos, deixando a população inconformada, cheia de interrogações e com o perigo de explosão incontrolável. Já basta a situação do Covid-19, o transtorno causado e a insegurança da grande maioria das pessoas. A perda de controle das instituições governamentais, dos poderes da República, está colocando em risco a democracia e todo o país.

O apóstolo Paulo, de uma postura totalmente fanática contra os cristãos, transformou-se em um dos grandes defensores da doutrina cristã. Ele passou por um processo exigente de conversão e conseguiu entender que a realidade da vida era outra. Esse processo não lhe foi fácil porque exigiu dele grandes renúncias para fazer uma aventura de amor e de seguimento de Jesus Cristo.

Infelizmente, ou felizmente, o mundo passa por uma grande reviravolta no seu itinerário. É quase impossível acreditar num futuro promissor com tanta degradação da natureza. O pior é saber que o tipo de desenvolvimento se torna ameaçador, porque não coloca como alvo principal a dignidade da pessoa humana. Há até quem usa da morte de pessoas para aumentar sua capacidade econômica.

Qualquer instituição humana, para ter estabilidade, depende de bases bem construídas e sólidas. Pedro e Paulo são referências fundantes da Igreja, e nela as pessoas podem e fazem a experiência profunda de Deus, seguindo as orientações que veem de sua Palavra. A Carta Constitucional brasileira é a base da democracia. Ela deve ser respeitada para dar condição de ordem e progresso proclamados.

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Coragem

Dom Paulo Antonio De Conto
Administrador Apostólico da Diocese de Nova Friburgo

 

Queridos irmãos e irmãs, temos vivido tempos difíceis. As incertezas parecem tomar conta de nossos dias, a angústia estremece nosso emocional. Até mesmo nossa fé sente-se abalar.

As palavras de Nosso Senhor dirigida aos seus discípulos tocam profundamente nossos corações: “Não se perturbe o vosso coração” (Jo 14, 1). Jesus nos convida por nossa confiança n’Ele e no Pai, na certeza de que somos ouvidos em nossas necessidades e fortalecidos em nossa esperança.

As palavras do Evangelho dirigidas aos discípulos, são sempre atuais e tornam-se força para enfrentarmos com coragem, força e confiança os desafios da vida, atentos às adversidades que nos esperam.

A história da salvação está permeada pelo exemplo de homens e mulheres que diante de tempos difíceis não só puseram sua confiança em Deus, mas tornaram-se grandes ícones desta confiança.

Amanhã, dia 24 de junho, a Igreja celebra São João Batista, um destes homens que, na intimidade com Deus, assume sua missão de preparar o caminho para o Salvador, entregar-se sem reservas e não se calar diante das ameaças.

João Batista, o maior homem nascido de mulher, é um grande testemunho de que a vida tem valor somente na doação aos outros, no amor, na verdade, na vida cotidiana e na família (cf. Papa Francisco, Homilia, 08 fev. 2019).

O Santo Padre, meditando o martírio do Precursor do Salvador, denuncia: “Se alguém pega a vida para si mesmo, para guardá-la, como o rei em sua corrupção ou a senhora com o ódio, ou a menina, a jovem com sua própria vaidade – um pouco adolescente, inconsciente  – a vida morre , a vida acaba murchando, não serve”, destacou o Santo Padre” (idem).

Sem dúvida alguma, este homem foi um instrumento de Deus de muita importância para a revelação divina. Mas hoje queremos olhar para seu testemunho de coragem e confiança. João nos ensina que por a confiança em Deus, não é esconder-se dos problemas ou esquivar-se dos sofrimentos da vida cotidiana. Ao contrário, é enfrentar as adversidades com a certeza de que não estamos sozinhos.

Aquele que assim procede não se desespera, fica tranquilo, pois sabe que sua vida está nas mãos do Criador. Assim, busca, inspirado pelo Espírito, uma maneira de superar as dificuldades, e se não for possível superá-la, encontra força em Deus para suportá-la.

A vida de João nos ensina que precisamos apenas de Tempo para compreender a realidade que vivemos, Inteligência para buscar o caminho certo e Coragem para seguir em frente!

Já ouvimos anunciar o início do “Novo Normal”. Este tempo exigirá de nós ainda mais confiança em Deus e compromisso com a sua Palavra. Retomar as atividades poderá ser um desafio. Será necessário vencer medos, incertezas e angústias, e isso só será possível na unidade com aquele que nos salvou.

Que São João Batista interceda por nós e nos inspire a uma prática cristã sadia e comprometida na construção de um mundo novo.

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