Diocese de Votuporanga


Notícias Diocesanas
Ver matéria completa ...
Dez Mandamentos do Dizimista

1º Sou dizimista porque amo a Deus e amo o meu próximo. Partilho com alegria, conforme manda meu coração, seguindo as palavras de São Paulo (2 Cor 9-7).

2º Sou dizimista porque reconheço que tudo recebo de Deus. " O Senhor é meu pastor nada me faltará"(Sl 23). "que tens tu que não tenhas recebido?" (São Paulo em 1 Cor 4,7).

3º Sou dizimista porque minha gratidão a Deus me leva a devolver um pouco do muito que recebo. “Não foram dez os curados? Onde estão os outros nove? Só um voltou para dar glória a Deus? (Lc 17, 11-19).

4º Sou dizimista porque aceito como palavra de Deus o que leio na Bíblia, e sei que dízimo é fonte de bênçãos. "Trazei o dízimo integral ao templo para que haja alimento em minha casa" (MI 3,10) "Esta pobre viúva deu mais que todos os outros"(Lc 21,1-4)

5º Sou dizimista porque creio, e confio, em Deus Pai; minha contribuição é prova de fé e de confiança. "Olhai as aves do céu, olhai os lírios do campo!" "Muito mais o Pai cuidará de vós" (Mt 6,25-31)

6º Sou dizimista porque o partilhar mata o meu egoísmo. "Insensato, hoje morrerás. De que te valeu ter acumulado tantos Tesouros?"(Lc 12,16-21). "O amor cobre uma multidão de pecados" (1 Pd 4,8)

7º Sou dizimista porque creio na vida cristã em comunidade. "Onde dois ou mais se juntarem em meu nome, eu estarei no meio deles" (Mt 18,20). "Vocês são todos irmãos"

8º Sou dizimista porque Deus, o único pai rico, não quer ninguém passando necessidade. “Tudo o que fizeste a um dos meus irmãos mais pequenos, a mim o fizeste” (Mt 25, 40).

9º Sou dizimista porque gosto de viver em liberdade e alegria, celebrando desde já a vida plena. "Vou preparar-vos um lugar" (Jo 14,1-5). "Vinde, benditos de meu Pai..."(Mt 25,34)".

10º Sou dizimista porque quero ver minha comunidade crescer e minha igreja testemunhar o Evangelho no mundo inteiro. "Ide por toda a terra, pregai a Boa Nova. Batizai em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo" (Mt 28,19-20; Mc16,15)

 

“Ser dizimista consciente, uma graça de Deus”

Ver matéria completa ...
PACTO PELA VIDA E PELO BRASIL

Cidadãos brasileiros, mulheres e homens de boa-vontade, mais uma vez, conclamamos a todos:
1. O Brasil vive uma grave crise – sanitária, econômica, social e política -- exigindo de todos, especialmente de governantes e representantes do povo, o exercício de uma cidadania guiada pelos princípios da solidariedade e da dignidade humana, assentada no diálogo maduro, corresponsável, na busca de soluções conjuntas para o bem comum, particularmente dos mais pobres e vulneráveis. O momento que estamos enfrentando clama pela união de toda a sociedade brasileira, para a qual nos dirigimos aqui. O desafio é imenso: a humanidade está sendo colocada à prova. A vida humana está em risco.
2. A pandemia do novo coronavírus se espalha pelo Brasil exigindo a disciplina do isolamento social, com a superação de medos e incertezas. O isolamento se impõe como único meio de desacelerar a transmissão do vírus e seu contágio, preservando a capacidade de ação dos sistemas de saúde e dando tempo para a implementação de políticas públicas de proteção social. Devemos, pois, repudiar discursos que desacreditem a eficácia dessa estratégia, colocando em risco a saúde e sobrevivência do povo brasileiro. Em contrapartida, devemos apoiar e seguir as orientações dos organismos nacionais de saúde, como o Ministério da Saúde, e dos internacionais, a começar pela Organização Mundial de Saúde - OMS.
3. Os países democráticos atingidos pelo COVID-19 estão construindo agendas e políticas para combatê-lo de maneira própria, segundo suas características, mas, todos, sem exceção, na colaboração estreita entre sociedade civil e classe política, entre agentes econômicos, pesquisadores e empreendedores, convencidos de que a conjugação de crise epidemiológica e crise econômica assume tal magnitude, que só um amplo diálogo pode levar à sua resolução. É hora de entrar em cena no Brasil o coro dos lúcidos, fazendo valer a opção por escolhas científicas, políticas e modelos sociais que coloquem o mundo e a nossa sociedade em um tempo, de fato, novo.
4. Nossa sociedade civil espera, e tem o direito de exigir, que o Governo Federal seja promotor desse diálogo, presidindo o processo de grandes e urgentes mudanças em harmonia com os poderes da República, ultrapassando a insensatez das provocações e dos personalismos, para se ater aos princípios e aos valores sacramentados na Constituição de 1988. Cabe lembrar que a árdua tarefa de combate à pandemia é dever de todos, com a participação de todos -- no caso do Governo Federal, em articulada cooperação com os governos dos Estados e Municípios e em conexão estreita com as nossas instituições.
5. A hora é grave e clama por liderança ética, arrojada, humanística, que ecoe um pacto firmado por toda a sociedade, como compromisso e bússola para a superação da crise atual. Como em outras pandemias, sabemos que a atual só agravará o quadro de exclusão social no Brasil. Associada às precárias condições de saneamento, moradia, renda e acesso a serviços públicos, a histórica desigualdade em nosso país torna a pandemia do novo coronavírus ainda mais cruel para brasileiros submetidos a privações. Por isso, hoje nos unimos para conclamar que todos os esforços, públicos e privados, sejam envidados para que ninguém seja deixado para trás nesta difícil travessia.
6. Não é justo jogar o ônus da imensa crise nos ombros dos mais pobres e dos trabalhadores. O princípio da dignidade humana impõe a todos e, sobretudo, ao Estado, o dever de dar absoluta prioridade às populações de rua, aos moradores de comunidades carentes, aos idosos, aos povos indígenas, à população prisional e aos demais grupos em situação de vulnerabilidade. Acrescente-se ao princípio da dignidade humana, o princípio da solidariedade – só assim iremos na direção de uma sociedade mais justa, sustentável e fraterna.
7. É fundamental que o Estado Brasileiro adote políticas claras para garantir a saúde do povo, bem como a saúde de uma economia que se volte para o desenvolvimento integral, preservando emprego, renda e trabalho. Em tempos de calamidade pública, tornam-se inadiáveis a atualização e ampliação do Bolsa Família; a rápida distribuição dos benefícios da Renda Básica Emergencial, já aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo Executivo, bem como a sua extensão pelo tempo que for necessário para a superação dos riscos de saúde e sobrevivência da população mais pobre; a absorção de parte dos salários do setor produtivo pelo Estado; a ampliação de estímulos fiscais para doações filantrópicas ou assistenciais; a criação do imposto sobre grandes fortunas, previsto na Constituição Federal e em análise no Congresso Nacional; a liberação antecipada dos precatórios; a capitalização de pequenas e médias empresas; o estímulo à inovação; o remanejamento de verbas públicas para a saúde e o controle epidemiológico; o aporte de recursos emergenciais para o setor de ciência & tecnologia no enfrentamento da pandemia; e o incremento geral da economia. São um conjunto de soluções assertivas para salvaguardar a vida, sem paralisar a economia.
8. Ressalte-se aqui a importância do Sistema Único de Saúde - SUS, mais uma vez confirmada, com seus milhares de agentes arriscando as próprias vidas na linha de frente do combate à pandemia. É necessário e inadiável um aumento significativo do orçamento para o setor: o SUS é o instrumento que temos para garantir acesso universal a ações e serviços para recuperação, proteção e promoção da saúde.
9. Em face da expansão da pandemia e de suas consequências, é imperioso que a condução da coisa pública seja pautada pela mais absoluta transparência, apoiada na melhor ciência e condicionada pelos princípios fundamentais da dignidade humana e da proteção da vida. Reconhecemos que a saúde das pessoas e a capacidade produtiva do país são fundamentais para o bem-estar de todos. Mas propugnamos, uma vez mais, a primazia do trabalho sobre o capital, do humano sobre o financeiro, da solidariedade sobre a competição.
10. É urgente a formação deste Pacto pela Vida e pelo Brasil. Que ele seja abraçado por toda a sociedade brasileira em sua diversidade, sua criatividade e sua potência vital. E que ele fortaleça a nossa democracia, mantendo-nos irredutivelmente unidos. Não deixaremos que nos roubem a esperança de um futuro melhor.


Dia Mundial da Saúde, 7 de abril de 2020

Dom Walmor Oliveira de Azevedo, presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB
Felipe Santa Cruz, presidente da Ordem dos Advogados do Brasil - OAB
José Carlos Dias, presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos Dom Paulo Evaristo Arns - Comissão Arns
Luiz Davidovich, presidente da Academia Brasileira de Ciências - ABC
Paulo Jeronimo de Sousa, presidente da Associação Brasileira de Imprensa - ABI
Ildeu de Castro Moreira, presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência – SBPC

Ver matéria completa ...
Assumindo e concretizando o pacto pela vida e pelo brasil

“Dialogar, discutir e indicar, nestes próximos dias, em vista da urgência do momento atual, o que nos cabe como tarefa para efetivar o Pacto pela Vida e pelo Brasil. Partindo do que já vem sendo realizado, definir o que mais urgentemente devemos promover em nível nacional, regional e local”.

1. O QUE – O Pacto pela Vida e pelo Brasil (PVB) é um documento de dez parágrafos, construído em conjunto por seis entidades nacionais e assinado em 7 de abril de 2020. Essa data foi escolhida por ser o Dia Mundial da Saúde e o Brasil estar sob os efeitos diretos e indiretos da pandemia do coronavírus.

Após sua assinatura, muitas outras entidades subscreveram o PVB, manifestando sua concordância em relação ao que ali é descrito e proposto.

Em cada parágrafo, trata de um aspecto considerado importante no atual momento da vida brasileira. Se, em outros temas, podem existir visões diferentes entre as entidades signatárias, no Pacto pela Vida e pelo Brasil, todas são concordes quanto ao que consta no documento.

Não é, por certo, um documento dirigido à formação especificamente religiosa, mas ao compromisso social, perguntando por nossa corresponsabilidade na preservação da vida de pessoas, povos e do meio-ambiente.

2. QUEM – São convocadas todas as forças evangelizadoras presentes no Brasil: os Regionais da CNBB, as províncias eclesiásticas, as dioceses com suas paróquias e demais comunidades, as comissões episcopais de pastoral, os organismos do Povo de Deus, além de outras instituições católicas que desejam participar. Essa é a hora de, unidos, respondermos concretamente ao que pactuamos.

3. COMO – Ler e refletir sobre o PVB, responder às perguntas abaixo e as enviar para pacto@cnbb.org.br. São várias perguntas, é verdade. O ideal é que todas sejam respondidas e as respostas enviadas de acordo com o número de cada pergunta, sem fundir respostas. O modo de realizar a escuta se adaptará às realidades locais.

4. ATÉ QUANDO – Este momento de escuta e partilha permanecerá aberto. Sempre que necessário, novas indicações serão apresentadas. Por certo, as agendas de pessoas e instituições não estão vazias. No entanto, a gravidade do atual momento pede um esforço a mais no sentido de participar.

5. POR QUÊ – Somam-se aqui alguns motivos que não podemos desprezar:

A urgência de discernirmos caminhos para o enfrentamento do quadro pandêmico vivido no Brasil atualmente.

A necessidade de o fazermos num processo de ampla escuta e partilha, expressão da comunhão que deve ser testemunhada na vida eclesial.

O diálogo da Igreja com a sociedade civil e, internamente, entre as diversas instâncias eclesiais.

6. ONDE – Informações e esclarecimentos podem ser encontrados em cnbb.org.br

PERGUNTAS PARA MERGULHAR NO PACTO PELA VIDA E PELO BRASIL (PVB)

1) Você se reconhece nas afirmações e nos desafios apresentados pelo PVB? Por quê? Que aspectos você destaca como os mais relevantes?

2) Que aspectos do PVB não ficaram claros para você? Que dúvidas você tem para compreender a mensagem ali apresentada?

3) Que sugestões você apresenta para que se concretize a “união de toda a sociedade brasileira” neste momento tão desafiador? Que passos podemos dar para que, numa sociedade plural, seja possível estabelecer pontos de união em vista do bem do povo brasileiro?

4) O diálogo com instâncias da sociedade, em busca do bem comum, é uma prática na sua realidade? Se sim, relate os frutos; se não, explique o que impede.

5) Que passos são necessários para ajudar pessoas e famílias a seguirem as orientações sanitárias, ainda que enfrentando dificuldades econômicas e emocionais?

6) Conscientes de que o coronavírus colocou ainda mais às claras situações graves vividas por grande parcela do povo brasileiro, que passos podem ser dados para que pessoas e grupos em situação de maior vulnerabilidade sejam atendidos?

7) Que caminhos devem ser seguidos para pelo menos amenizar os impactos econômicos sobre as populações mais empobrecidas? O que é necessário para que o ônus da pandemia não seja jogado “nos ombros dos mais pobres e dos trabalhadores”?

8) Que passos precisamos dar para que a saúde, como direito fundamental e inalienável, seja efetivamente garantida a todos em nosso país?

9) O PVB destaca a importância das políticas públicas. A Campanha da Fraternidade de 2019 tinha um objetivo geral muito claro: “estimular a participação em políticas públicas, à luz da palavra de Deus e da doutrina social da igreja para fortalecer a cidadania e o bem comum, sinais de fraternidade”. Na sua realidade existem cristãos comprometidos nas instâncias de elaboração das políticas públicas? Como a Igreja pode contribuir para elaboração e implementação de “políticas públicas de proteção social”?

10) Na medida em que preocupa bastante a corrupção, afetando até mesmo o atendimento de saúde emergencial, que passos podem e devem ser dados para que a ética seja consolidada entre nós?

11) Que perguntas você considera importante e que não foram feitas aqui? A essas perguntas que resposta você daria?

12) O que sua realidade (Regional, Província Eclesiástica, diocese etc.) pode fazer para que o PVB seja mais conhecido, refletido e aplicado? Que sugestões você apresenta para que todas as instâncias possam fazer do PVB um instrumento de diálogo e discernimento sobre o futuro a construir?

Ver matéria completa ...
Presidência do Regional Sul 1 se solidariza com dom Edgar após explosão em Beirute

Dom Edgard Madi, Eparca maronita no Brasil (Foto: Canção Nova)

A Presidência do Regional Sul 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), presta solidariedade ao bispo da Eparquia Maronita Nossa Senhora do Líbano, Dom Edgard Madi, a comunidade Maronita e ao povo libanês, depois da forte explosão ocorrida no porto de Beirute.

Na nota, a Presidência da entidade apresenta, em nome dos irmãos bispos do Regional Sul 1, à pessoa de Dom Edgard, à Comunidade Maronita e ao sofrido povo libanês, solidariedade e orações diante da lamentável tragédia que afligiu o  Líbano.

Confira a íntegra do texto:

Nota de solidariedade à Dom Edgar Madi

Caríssimo Dom Edgar Madi!

Apresentamos, em nome dos irmãos bispos do nosso Regional, à sua pessoa, à Comunidade Maronita e ao sofrido povo libanês, nossa solidariedade e orações diante da lamentável tragédia que afligiu o  Líbano, devido à explosão que ceifou a vida de dezenas de pessoas, deixando milhares de feridos.

São numerosos os filhos e filhas do Líbano que vivem no Brasil, o que nos torna ainda mais próximos e fraternos.

Deus guarde na sua paz os que morreram, ampare e cure os feridos, anime e console seus familiares, ilumine os governantes e encoraje os que se empenham em promover a Paz.

Com sentimentos de afeto e amizade,

Fraternalmente,

Dom Pedro Luiz Stringhini
Presidente

Dom Edmilson Amador Caetano
Vice-Presidente

Dom Luiz Carlos Dias
Secretário

Ver matéria completa ...
Bispos do Regional Sul 1 se encontraram em reunião virtual

O episcopado paulista – Regional Sul 1 da CNBB – realizou, dia 06 de julho, um encontro virtual, com a participação de cerca de 35 bispos, para repercutir questões tratadas na reunião do Conselho Permanente da CNBB, ocorrida no último dia 25 de junho, além de outros assuntos.

Convocada pela presidência do Regional, a reunião, por videoconferência, abordou diversos temas. Um deles foi sobre a reabertura das igrejas e a celebração das missas com a presença dos fiéis, considerando a gradativa e cuidadosa flexibilização do isolamento social, em vigor por causa da pandemia.

Dom Reginaldo Andrietta, bispo de Jales, discorreu sobre a 6ª Semana Social Brasileira, que objetiva ser uma grande mobilização nacional em torno do tema Mutirão pela Vida: por Terra, Teto e Trabalho, diante do cenário da pandemia de Covid-19. Essa mobilização se inspira nas palavras do Papa Francisco, em Roma, em outubro de 2014, no seu encontro com os Movimentos Populares, quando convocou: “Digamos juntos, de coração: nenhuma família sem casa, nenhum camponês sem-terra, nenhum trabalhador sem direitos, nenhuma pessoa sem a dignidade que o trabalho dá”.

A semana social acontecerá no período de três anos (2020 a 2022) e um dos momentos centrais será o seminário nacional para formação de articuladores. A 6ª SSB conta, no Regional, com o acompanhamento de Dom Júlio Endi Akamine, bispo referencial para as pastorais sociais e a assessoria do Pe. Walter Merlugo, secretário executivo do Regional. O seminário do Regional Sul 1 da 6ª SSB acontecerá nos dias 24, 25 e 26 de julho.

Sobre as Eleições 2020, a tendência é fazer uso da Cartilha para as eleições municipais 2020 do Regional Sul 2, elaborada em três partes: 1. O sistema político brasileiro; 2. A Igreja e a Política; 3. As eleições municipais de 2020.

A presidência comunicou aos bispos que a aprovação do relatório financeiro de 2019 será feita após a reunião com o conselho econômico e conselho fiscal. Aproveitou-se para recordar as datas das Coletas de 2020: dia 13 de setembro para os lugares santos, 04 de outubro para o óbolo de São Pedro, 18 de outubro para missões e santa infância, 21 e 22 de novembro para Campanha da Fraternidade e Campanha da Evangelização (50% do total arrecadado serão destinados para a CF e 50% para a Evangelização).

Dom Eduardo Malaspina, bispo referencial da Comissão Regional em Defesa da Vida, comentou sobre o trâmite de dois projetos de lei de números 1444 e 1552, no Congresso Nacional. Os dois projetos têm como objetivo acolher a mulher nestes tempos de pandemia, onde a violência contra a mulher tem aumentado, no entanto induz, de forma não evidente, a prática do aborto nos hospitais públicos do Brasil. Os referidos projetos estão tramitando na Câmara dos Deputados e serão encaminhados para serem votados no Senado Federal. Neste sentido é muito importante que os senhores bispos entrem em contato com os deputados e senadores com os quais tenha contato, para esclarecê-los sobre os reais propósitos dos referidos projetos e as alterações necessárias.

Dom Vicente Costa, mais uma vez, solicitou à presidência que organize, ainda que no próximo ano, um encontro com a participação dos ecônomos e colaboradores na gestão econômico-financeira das Dioceses, com o objetivo de se conhecer as orientações as diretrizes e métodos de trabalho da CNBB nacional, traçar linhas de ação em comum e, sobretudo, garantir probidade, eficiência e transparência na vida administrativa das paróquias e dioceses.

Falou-se também sobre a missão ad gentes – Amazonas e na Diocese de Pemba, situada ao norte de Moçambique, na província de Cabo Delgado, na África. Em Pemba, a região de Nangade está sofrendo ataques de grupos radicais que praticam violência contra a população, incendiando casas e matando civis, o que tem causado um grande êxodo rumo a Pemba, que teve seu número de habitantes duplicado com a chegada desses refugiados.

A assembleia dos bispos do Regional está marcada para os dias 13 a 15 de outubro, em Itaici. Espera-se poder realizá-la de modo presencial, contando com o declínio da pandemia. A assembleia terá como tema central o Documento 110 da CNBB (1a. Edição 2019): Diretrizes para a formação dos Presbíteros da Igreja no Brasil.


Dom Pedro Luiz Stringhini
São Paulo, 09 de julho de 2020
Memória de Santa Paulina

Ver matéria completa ...
Decreto Semana Santa 2020

Ver matéria completa ...
Decreto de Dom Moacir suspendendo as celebrações litúrgicas com a presença de fiéis na Diocese

Ver matéria completa ...
Diocese de Votuporanga suspende Mutirão de Confissões 2020

Diante da proliferação dos casos da Covid-19 (Coronavírus) no mundo e no Brasil, bem como sua capacidade de transmissão e diante dos Planos de Contingência do Ministério da Saúde, Secretaria de Estado da Saúde e Secretarias e Diretórios Municipais que corroboram para evitar um colapso no Sistema de Saúde, o Bispo da Diocese de Votuporanga, Dom Moacir Aparecido de Freitas decretou, em 14 de março de 2020, a suspensão de Mutirões de Confissões nas Regiões Pastorais.
Desta forma, foi autorizado, durante o período quaresmal, de acordo com o Cân. 961 e o Catecismo da Igreja, nº 1482-1483, a Celebração do Rito para a Reconciliação de Vários Penitentes com Confissão e Absolvição Geral (Ritual da Penitência, pág. 77), visto que os sacerdotes, que além de vítimas, se assintomáticos, podem ser agentes de transmissão do vírus.
Consta ainda no Decreto a suspensão nas celebrações, e em outras reuniões, os cumprimentos de “boas-vindas”, o abraço da paz e o costume de rezar o Pai Nosso de mãos dadas; a Sagrada Comunhão seja distribuída aos fiéis apenas sob a espécie de pão e obrigatoriamente na mão; devem ser esvaziados os recipientes de água benta nos templos; que os Padres e Ministros da Eucaristia, levando em conta todas as medidas e precauções de higiene e bom senso, “tenham a coragem de sair e ir até os enfermos levando a força da Palavra de Deus e a Eucaristia” (Papa Francisco); ficam suspensas as reuniões de fiéis diocesanas e regionais que serão posteriormente remarcadas.
A medida ainda atende o apelo da Campanha da Fraternidade deste ano sobre o cuidado com a vida em todas as suas dimensões, atentando que todos somos responsáveis por orientar, com amor e serenidade, o Povo de Deus e evitar situações e circunstâncias que facilitem a transmissão do Coronavírus. “Que estas medidas sejam vistas como mais um gesto de amor para com o próximo e não simplesmente como um ato de isolamento social. Reafirmo o nosso compromisso em colaborar com a sociedade civil na preservação da vida em todas as suas instâncias”, afirmou Dom Moacir Aparecido de Freitas.
O Decreto tem prazo indeterminado até determinação contrária da Diocese de Votuporanga.

Ver matéria completa ...
Calendário Diocesano

O Calendário Diocesano já está diponivel!

Visualize no link abaixo

http://online.flipbuilder.com/wsmq/uhms/

Ver matéria completa ...
7 conselhos que te ajudarão a aperfeiçoar a oração do Terço

Outubro é o mês dedicado ao Terço e muitos católicos redescobrem na oração predileta da Virgem Maria sua força espiritual.

Para seguir aperfeiçoando o hábito desta oração, apresentamos sete conselhos práticos tirados do livro “O Rosário: Teologia de joelhos”, do sacerdote, escritor e funcionário da Secretaria de Estado do Vaticano, Mons. Florian Kolfhaus:

1. Dedicar tempo

Nossos calendários estão cheios de compromissos. Entretanto, é bom reservar de 20 a 30 minutos por dia para a oração do Santo Terço. Este encontro com Jesus e Maria é muito mais importante que as demais atividades agendadas.

Este tempo de oração é reservado para nós mesmos, porque é um tempo no qual devemos nos dedicar somente para amar.

É possível reservar dois ou três dias da semana para a oração do Terço e, desta forma, será cada vez mais fácil fazer esta oração, até finalmente poder rezá-la todos os dias.

2. Saber que reza para alguém

Uma boa oração está baseada em orientar completamente à vontade a agradar o nosso querido amigo, Cristo, e não a nós mesmos.

3. Fazer pausas

Santo Ignácio de Loyola recomenda a chamada “terceira forma de rezar” para adaptar as palavras ao ritmo da própria respiração.

Normalmente, é suficiente interromper um mistério do Terço para voltar a ser consciente de que Jesus e Maria nos olham cheios de alegria e amor. Para isto, pode ser útil respirar duas ou três vezes, antes de voltar a retomar a oração.

4. Dirigir os pensamentos

Pode-se e deve-se “desviar” os pensamentos para encontrar o mistério que devemos visualizar na nossa mente antes de cada dezena do terço.

É pouco provável que a repetição seja útil se não for encaminhada várias vezes para o essencial, que é a vida de Jesus e de Maria.

5. Fazer da oração um momento para compartilhar com Cristo

Um dos primeiros e mais importantes passos para a oração interior é não só nos dedicarmos a pensar e a meditar, mas olhar paa aquele a quem está dirigida a nossa prece.

Saber que, aquele a quem nos dirigimos nos ama infinitamente e despertará em nós diversos e espontâneos sentimentos, assim como quando desfrutamos e nos alegramos com uma pessoa que gostamos muito.

6. Fechar os olhos ou simplesmente fixá-los em um só lugar

Algumas pessoas fecham os olhos a fim de se concentrar e rezar melhor. Isso pode ser uma ajuda, mas normalmente é suficiente fixar o olhar em um só lugar e evitar olhar ao redor. De qualquer maneira, é importante que os olhos do coração estejam sempre abertos.

O Terço é como uma visita ao cinema. Trata-se de ver imagens. Algumas perguntas básicas podem ser de utilidade: o que, quem, como, quando, onde? Como vejo o nascimento de Jesus, sua crucificação, sua ascensão.

Às vezes, posso – como se tivesse uma câmara – aproximar elementos ou detalhes e procurar um primeiro plano: a mão de Cristo transpassada pelos pregos, as lágrimas nos olhos do apóstolo João enquanto o Senhor subia aos céus, etc.

7. Que a intenção de rezar sempre seja o amor

As palavras acompanham, nossa mente se dispõe, mas o nosso coração deve dominar a oração.

Todos os grandes escritores espirituais concordam que a oração interior atinge principalmente nossos sentimentos e emoções.

Santa Teresa D’Ávila explica de maneira simples: “Não pense muito, ame muito!”. Em uma ocasião, uma senhora me contou que não conseguia pensar em rezar o Terço todos os dias, mas a única coisa que conseguia dizer interiormente era: ‘Jesus, Maria, eu os amo!’. Parabenizo a esta mulher, pois a tal resultado a oração do Terço nos deve levar.

Ver matéria completa ...
Catedral acolhe coroinhas e acólitos para encontro diocesano

Com o tema “Batizados e Enviados”, momentos de animação, oração e reflexão, mais de 500 pessoas participaram do evento

 

A Diocese de Votuporanga realizou no último domino, dia 22 de setembro, a terceira edição do Encontro de Coroinhas e Acólitos. O evento aconteceu na Catedral Nossa Senhora Aparecida, reunindo crianças e jovens que aceitaram a missão de servir ao altar nas celebrações eucarísticas das paróquias e comunidades.

O encontro tem como objetivo propiciar um momento de animação, oração, reflexão e unidade. Mais de 500 pessoas participaram, além de padres, seminaristas e religiosos. O tema da terceira edição foi “Batizados e Enviados”, dialogando com as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil 2019-2023, propostas pela CNBB – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.

A programação contou com apresentações de teatro e dança dos coroinhas e acólitos das Paróquias Santo Antônio, de Cosmorama e Santa Joana, de Votuporanga e da Catedral. A animação ficou por conta da Banda Neos e as reflexões foram conduzidas pelos seminaristas Guilherme Poloni e Ancelmo José. O encerramento do encontro aconteceu com a Santa Missa, que foi presidida pelo bispo, Dom Moacir Aparecido de Freitas e concelebrada pelos padres Gilmar Antônio Margotto e Murilo de Souza da Silveira.

Thaís Borges Jorge, 24, é acólita na Paróquia São João Batista, de Américo de Campos, e participa desde a primeira edição. Ela destaca o quanto o evento contribui na sua formação. “O encontro é muito importante pelo fato de nos reunirmos com mais pessoas que servem ao altar como nós, que vivenciam a mesma experiência e amor pela Santa Igreja. Quando servimos, nos tornamos servos, servos por amor, ficando cada vez mais próximos do Reino. O encontro diocesano nos permite refletir, rezar, trocar experiências e nos abastecer para continuarmos firmes na pastoral.”

Para a coroinha Maria Luiza Santana Pereira, 11, da Paróquia Nossa Senhora do Livramento, de Buritama, que participou pela primeira vez, o sentimento não é diferente. “Podemos perceber com o encontro o quanto o nosso trabalho é importante, além de aprender sobre assuntos que ajudam na nossa formação.”

Não apenas os coroinhas e acólitos aprovam o encontro, mas também os acompanhantes. Lígia Maura Ruiz, 37, é mãe de dois coroinhas da Paróquia Senhor Bom Jesus, de Paulo de Faria, e destaca o aproveitamento dos filhos no evento. “Eles puderam entender o comprometimento no qual se submeteram a seguir, além de despertar o verdadeiro respeito e amor pela Eucaristia; também aprenderam sobre o espírito de equipe, vendo que precisam ter companheirismo, solidariedade, amizade, disponibilidade, trabalhar sempre juntos, sem competições.”

Os coroinhas e acólitos têm a função de auxiliar os padres nas celebrações eucarísticas, sendo também uma maneira de envolver crianças e adolescentes desde pequenos na missão de servir. A quarta edição do encontro deve acontecer em 2020.

Ver matéria completa ...
Missão Jovem visita 400 famílias da comunidade Santo Antônio, de Votuporanga

Com a participação de 70 jovens das paróquias da Diocese, bairros Parque das Nações, Célio Honório, Rio Vermelho, Bortolloti, Boa vista e Jardim Itália foram visitados

O Setor Juventude da Diocese de Votuporanga promoveu no último final de semana, 19, 20 e 21 de julho, a 2ª edição da Missão Jovem. A evangelização aconteceu nos setores pertencentes à Capela Santo Antônio, de Votuporanga, envolvendo os bairros Parque das Nações, Célio Honório, Rio Vermelho, Bortolloti, Boa vista e Jardim Itália. Participaram 70 jovens das paróquias da Diocese, que junto do COMIPA – Conselho Missionário Paroquial, visitaram, aproximadamente, 400 famílias.

Com o tema “Ide, sem medo, para servir”, a programação contou com Missa de abertura e envio na Catedral Nossa Senhora Aparecida. Também formação aos participantes, evangelização de casa em casa, momentos de oração, apresentação do Ministério de Dança Nos Passos de Maria, da Paróquia Divino Espírito Santo, de Planalto, Noite de Louvor com a Banda Neos da Paróquia Nossa Senhora Conceição, de Tanabi e o pregador Daniel Junta, da Missão Evangelize Agora.

Kamilla de Souza Santos, 18, da Paróquia Senhor Bom Jesus, de Paulo de Faria, vivenciou sua primeira experiência missionária. “Pude perceber que as pessoas estão carentes de Deus e de atenção. Aprendi com isso a importância de anunciar o Evangelho sem medo algum, pois, às vezes, tudo o que o outro precisa é uma palavra de fé, esperança e amor.”

Já Laís Elisia Pinheiro Rodrigues, 17, da Paróquia Nossa Senhora Aparecida, de Macaubal, participou pela segunda vez da Missão Jovem. “O que marcou em minha vida foi ter visto e sentido a realidade das pessoas e a busca pela esperança. Além disso, a missão nos leva para mais perto de Jesus, pois saímos para evangelizar e somos evangelizados, damos o nosso amor e somos amados.”

Religiosas e os seminaristas da Diocese também participaram da experiência e para o seminarista Guilherme Oliveira Poloni, 23, foi uma oportunidade de se cumprir a vontade de Deus. “A missão permite que o jovem viva o seu papel de batizado, ou seja, fazer aquilo que Jesus Cristo nos ordenou, que é ir por todo o mundo e pregar o Evangelho”.

O padre Michel Henrique Garcia Candeu, assessor do Setor Juventude, ressalta o enriquecimento proporcionado aos participantes. “Tiveram um encontro pessoal com Cristo, se deparando com a realidade do povo que sofre, que é alegre, que participa da nossa Igreja, mas também um povo que é distante e não conhece a Deus. Se enriqueceram como cristãos, como evangelizadores que não têm medo de ir além, mas que permitem a providência de Deus acontecer.”

O Setor Juventude da Diocese de Votuporanga articula agora o DNJ – Dia Nacional da Juventude, com previsão para acontecer em outubro deste ano. Mais informações podem ser acompanhadas por meio das redes sociais Facebook e Instagram.

Ver matéria completa ...
Juventude da Diocese se mobiliza para missão em Votuporanga

População da Capela Santo Antônio e das comunidades do Jardim Itália e Boa Vista será visitada de 19 a 21 de julho; inscrições para missionários seguem até dia 17

 

Contagem regressiva para a 2ª Missão Jovem da Diocese de Votuporanga. A juventude de diversas cidades vem se mobilizando para o trabalho de evangelização que acontecerá na Capela Santo Antônio e nas comunidades do Jardim Itália e Boa Vista de Votuporanga, de 19 a 21 de julho. As inscrições para os missionários seguem até a quarta-feira, dia 17. Não é preciso experiências anteriores com missão para participar.

 

A programação terá início com Missa na Catedral Nossa Senhora Aparecida, às 19h30, na sexta-feira. A celebração será presidida pelo bispo diocesano, Dom Moacir Aparecido de Freitas. Na oportunidade também será comemorado os três anos de criação da Diocese de Votuporanga. Após a Missa, os missionários serão conduzidos à Capela Santo Antônio.

 

“A Missão Jovem Diocesana é um evento da Igreja Católica, que mobiliza os jovens a evangelizarem sem medo. A Igreja no Brasil estimula nossas Dioceses a promoverem a vida da juventude, conduzindo os jovens a uma real experiência de fé e estimulando eles a irem ao encontro daqueles que estão com o coração ferido e às famílias que se sentem abandonadas”, destaca o coordenador do Setor Juventude, Leonardo Henrique Santana de Melo.

 

A programação inclui preparação aos jovens participantes, evangelização, momentos de oração, animação e experiências com a comunidade e missionários em praças. Envolverá também os seminaristas da Diocese.

 

O padre Michel Henrique Garcia Candeu, assessor do Setor Juventude, enfatiza os efeitos do trabalho de evangelização. “A missão faz com que o ser humano consiga ver diversas realidades, se deparando com o seu eu verdadeiro, saindo da realidade de quatro paredes e tendo contato com o outro, na sua casa e vida, levando Jesus e o seu próprio coração, podendo falar e ouvir.”

 

Dom Moacir reforça a importância da doação dos jovens que serão missionários. “A missão faz parte da experiência cristã, sendo uma dimensão da caridade e oportunidade para transmitir o testemunho, levar a amizade, esperança e ainda conhecer a realidade do outro. Isso é viver o Evangelho e mostrar a presença da Igreja, valorizando o batismo que cada um recebeu.”

 

O tema da missão é “Ide sem medo para servir”, seguindo a proposta de evangelização da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) e vai ao encontro da Exortação Apostólica Pós-Sinodal Christus Vivit (Cristo Vive), do Papa Francisco. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (17) 99642-2627.

Ver matéria completa ...
Diocese de Votuporanga promove 2ª edição da Missão Jovem

Inscrições podem ser feitas até o dia o 15 de julho por meio do facebook e instagram do Setor Juventude ou também com os coordenadores dos grupos de jovens

A juventude da Diocese de Votuporanga já está se preparando para a 2ª edição da Missão Jovem. Este ano acontecerá na Capela Santo Antônio de Votuporanga, de 19 a 21 de julho, abrangendo também as comunidades do Jardim Itália e Boa Vista. Jovens de toda a Diocese podem participar, basta se inscrever até o dia o 15 por meio do facebook e instagram do Setor Juventude ou também procurar os coordenadores dos grupos de jovens.

O tema da missão é “Ide sem medo para servir” e a iniciativa acompanha a experiência proposta pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) de convidar os jovens a saírem em evangelização em suas Dioceses, para amadurecimento da fé. Além disso, a proposta vai ao encontro da Exortação Apostólica Pós-Sinodal Christus Vivit (Cristo Vive), do Papa Francisco.

Guilherme da Silva Pereira, 21 anos, participou da primeira edição e já garantiu a sua vaga para 2019. “O que me leva a querer participar de novo é o desejo de anunciar a palavra de Cristo, pois isso é muito satisfatório. Tem gente que precisa de verdade de nossa visita e com a missão temos a oportunidade de fazer essa diferença, mudando a vida das pessoas.”

A programação da missão inclui preparação aos jovens participantes, evangelização, momentos de oração, animação e experiências com a comunidade e missionários em praças. Envolverá também os seminaristas da Diocese. “Vale ressaltar que até mesmo jovens que não estão engajados em algum movimento podem participar, pois missão é servir, sair da zona de conforto, encontrar Jesus, visitar outras famílias e crescer espiritualmente”, destaca Daiane Ribeiro Nascimento, do Setor Juventude.

O bispo da Diocese de Votuporanga, Dom Moacir Aparecido de Freitas, reforça o convite para a toda juventude. “Jovem, a missão faz parte da experiência cristã, sendo uma dimensão da caridade e oportunidade para transmitir o testemunho, levar a amizade, esperança e ainda conhecer a realidade do outro. Isso é viver o Evangelho e mostrar a presença da Igreja. Venha participar você também da segunda Missão Jovem Diocesana.”

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (17) 99642-2627.

Ver matéria completa ...
Papa Francisco convoca "um minuto pela paz"

Bianca Fraccalvieri – Cidade do Vaticano 

O convite do Pontífice foi feito ao final da Audiência Geral de quarta-feira (05/06) para recordar a "Invocação pela Paz" nos Jardins Vaticanos cinco anos atrás

No final da Audiência Geral desta quarta-feira, em suas saudações, o Pontífice recordou que no próximo sábado, 8 de junho, recorrem os cinco anos do encontro, no Vaticano, dos presidentes de Israel e da Palestina com o Papa e o Patriarca Bartolomeu.

“Às 13h, somos convidados a dedicar “um minuto pela paz” de oração para quem crê, de reflexão para quem não crê. Todos juntos por um mundo mais fraterno”, disse Francisco, agradecendo à Ação Católica internacional que promove esta iniciativa.

A coragem da paz

No dia 8 de junho de 2014, nos Jardins Vaticanos, o Pontífice dirigiu as seguintes palavras a Shimon Peres e a Mahmoud Abbas:

"Para fazer a paz é preciso coragem, muita mais do que para fazer a guerra. É preciso coragem para dizer sim ao encontro e não à briga; sim ao diálogo e não à violência; sim às negociações e não às hostilidades; sim ao respeito dos pactos e não às provocações; sim à sinceridade e não à duplicidade. Para tudo isto, é preciso coragem, grande força de ânimo."

Fonte: Vatican News

Ver matéria completa ...
Dom Moacir se encontra com comunicadores, em Votuporanga

Encontro fez parte da programação do Dia Mundial das Comunicações, celebrado no domingo

"Os meios de comunicação são muito importantes na evangelização", foi com essa frase que Dom Moacir Aparecido de Freitas, bispo da Diocese de Votuporanga, iniciou o encontro com os jornalistas de Votuporanga, na manhã desta terça-feira (4/6). Participaram também padres que estão à frente de alguns trabalhos desenvolvidos pela Igreja na região.

O encontro faz parte da programação da Diocese para a comemoração do 53º Dia Mundial das Comunicações Sociais, celebrado no domingo com missa que contou com a presença de jornalistas e radialistas da cidade. Este ano, o tema definido pelo Papa Francisco foi “‘Somos membros uns dos outros’ (Ef 4, 25): das comunidades de redes sociais à comunidade humana”.

“Com essa mensagem, o Papa nos convida a utilizarmos as conexões virtuais para a evangelização e para nos aproximarmos de fato das pessoas. As mídias sociais, por exemplo, geram muitos benefícios se conseguimos levar a mensagem de Cristo e estimular que os fieis participem das missas”, destacou Dom Moacir.

Durante a conversa com os comunicadores, Dom Moacir também falou sobre a Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), promovida no início de maio em Aparecida (SP) e também da realidade da igreja católica em nossa região, além dos eventos a serem promovidos nos próximos meses.  “Outro trabalho que tem sido intensificado em todo o País é a iniciação a vida cristã, sendo repensada a metodologia para levar a experiência da fé e a paixão por Cristo”, explicou o bispo.

Diocese conectada

A Diocese de Votuporanga deu início aos trabalhos da implantação da Pastoral Diocesana de Comunicação, que terá como missão levar informações para toda a comunidade, por meio das redes sociais e imprensa. “Vamos utilizar cada vez mais as redes para levar à Boa Nova”, comentou padre Gilmar Margotto, assessor diocesano de imprensa.

O grupo será formado por representantes das cinco regiões da Diocese, que promoverá Encontros e Formações sobre o trabalho da Pastoral da Comunicação em cada paróquia. Neste fim de semana, também entrou no ar a página da Diocese de Votuporanga no facebook, o endereço é www.facebook.com/diocesedevotuporanga.

A população também encontra notícias e informações pelo site www.diocesevotuporanga.com.br

Ver matéria completa ...
Mensagem do papa para o 53º Dia Mundial das Comunicações Sociais

« “Somos membros uns dos outros” (Ef 4, 25):
das comunidades de redes sociais à comunidade humana »

Queridos irmãos e irmãs!

Desde quando se tornou possível dispor da internet, a Igreja tem sempre procurado que o seu uso sirva o encontro das pessoas e a solidariedade entre todos. Com esta Mensagem, gostaria de vos convidar uma vez mais a refletir sobre o fundamento e a importância do nosso ser-em-relação e descobrir, nos vastos desafios do atual panorama comunicativo, o desejo que o homem tem de não ficar encerrado na própria solidão.

As metáforas da «rede» e da «comunidade»

Hoje, o ambiente dos mass-media é tão invasivo que já não se consegue separar do círculo da vida quotidiana. A rede é um recurso do nosso tempo: uma fonte de conhecimentos e relações outrora impensáveis. Mas numerosos especialistas, a propósito das profundas transformações impressas pela tecnologia às lógicas da produção, circulação e fruição dos conteúdos, destacam também os riscos que ameaçam a busca e a partilha duma informação autêntica à escala global. Se é verdade que a internet constitui uma possibilidade extraordinária de acesso ao saber, verdade é também que se revelou como um dos locais mais expostos à desinformação e à distorção consciente e pilotada dos factos e relações interpessoais, a ponto de muitas vezes cair no descrédito.

É necessário reconhecer que se, por um lado, as redes sociais servem para nos conectarmos melhor, fazendo-nos encontrar e ajudar uns aos outros, por outro, prestam-se também a um uso manipulador dos dados pessoais, visando obter vantagens no plano político ou económico, sem o devido respeito pela pessoa e seus direitos. As estatísticas relativas aos mais jovens revelam que um em cada quatro adolescentes está envolvido em episódios de cyberbullying.[1]

Na complexidade deste cenário, pode ser útil voltar a refletir sobre a metáfora da rede, colocada inicialmente como fundamento da internet para ajudar a descobrir as suas potencialidades positivas. A figura da rede convida-nos a refletir sobre a multiplicidade de percursos e nós que, na falta de um centro, uma estrutura de tipo hierárquico, uma organização de tipo vertical, asseguram a sua consistência. A rede funciona graças à comparticipação de todos os elementos.

Reconduzida à dimensão antropológica, a metáfora da rede lembra outra figura densa de significados: a comunidade. Uma comunidade é tanto mais forte quando mais for coesa e solidária, animada por sentimentos de confiança e empenhada em objetivos compartilháveis. Como rede solidária, a comunidade requer a escuta recíproca e o diálogo, baseado no uso responsável da linguagem.

No cenário atual, salta aos olhos de todos como a comunidade de redes sociais não seja, automaticamente, sinónimo de comunidade. No melhor dos casos, tais comunidades conseguem dar provas de coesão e solidariedade, mas frequentemente permanecem agregados apenas indivíduos que se reconhecem em torno de interesses ou argumentos caraterizados por vínculos frágeis. Além disso, na social web, muitas vezes a identidade funda-se na contraposição ao outro, à pessoa estranha ao grupo: define-se mais a partir daquilo que divide do que daquilo que une, dando espaço à suspeita e à explosão de todo o tipo de preconceito (étnico, sexual, religioso, e outros). Esta tendência alimenta grupos que excluem a heterogeneidade, alimentam no próprio ambiente digital um individualismo desenfreado, acabando às vezes por fomentar espirais de ódio. E, assim, aquela que deveria ser uma janela aberta para o mundo, torna-se uma vitrine onde se exibe o próprio narcisismo.

A rede é uma oportunidade para promover o encontro com os outros, mas pode também agravar o nosso autoisolamento, como uma teia de aranha capaz de capturar. Os adolescentes é que estão mais expostos à ilusão de que a social web possa satisfazê-los completamente a nível relacional, até se chegar ao perigoso fenómeno dos jovens «eremitas sociais», que correm o risco de se alhear totalmente da sociedade. Esta dinâmica dramática manifesta uma grave rutura no tecido relacional da sociedade, uma laceração que não podemos ignorar.

Esta realidade multiforme e insidiosa coloca várias questões de caráter ético, social, jurídico, político, económico, e interpela também a Igreja. Enquanto cabe aos governos buscar as vias de regulamentação legal para salvar a visão originária duma rede livre, aberta e segura, é responsabilidade ao alcance de todos nós promover um uso positivo da mesma.

Naturalmente não basta multiplicar as conexões, para ver crescer também a compreensão recíproca. Então, como reencontrar a verdadeira identidade comunitária na consciência da responsabilidade que temos uns para com os outros inclusive na rede on-line?

«Somos membros uns dos outros»

Pode-se esboçar uma resposta a partir duma terceira metáfora – o corpo e os membros – usada por São Paulo para falar da relação de reciprocidade entre as pessoas, fundada num organismo que as une. «Por isso, despi-vos da mentira e diga cada um a verdade ao seu próximo, pois somos membros uns dos outros» (Ef4, 25). O facto de sermos membros uns dos outros é a motivação profunda a que recorre o Apóstolo para exortar a despir-se da mentira e dizer a verdade: a obrigação de preservar a verdade nasce da exigência de não negar a mútua relação de comunhão. Com efeito, a verdade revela-se na comunhão; ao contrário, a mentira é recusa egoísta de reconhecer a própria pertença ao corpo; é recusa de se dar aos outros, perdendo assim o único caminho para se reencontrar a si mesmo.

A metáfora do corpo e dos membros leva-nos a refletir sobre a nossa identidade, que se funda sobre a comunhão e a alteridade. Como cristãos, todos nos reconhecemos como membros do único corpo cuja cabeça é Cristo. Isto ajuda-nos a não ver as pessoas como potenciais concorrentes, considerando os próprios inimigos como pessoas. Já não tenho necessidade do adversário para me autodefinir, porque o olhar de inclusão, que aprendemos de Cristo, faz-nos descobrir a alteridade de modo novo, ou seja, como parte integrante e condição da relação e da proximidade.

Uma tal capacidade de compreensão e comunicação entre as pessoas humanas tem o seu fundamento na comunhão de amor entre as Pessoas divinas. Deus não é Solidão, mas Comunhão; é Amor e, consequentemente, comunicação, porque o amor sempre comunica; antes, comunica-se a si mesmo para encontrar o outro. Para comunicar connosco e Se comunicar a nós, Deus adapta-Se à nossa linguagem, estabelecendo na história um verdadeiro e próprio diálogo com a humanidade (cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. Dei Verbum, 2).

Em virtude de termos sido criados à imagem e semelhança de Deus, que é comunhão e comunicação-de-Si, trazemos sempre no coração a nostalgia de viver em comunhão, de pertencer a uma comunidade. Como afirma São Basílio, «nada é tão específico da nossa natureza como entrar em relação uns com os outros, ter necessidade uns dos outros».[2]

O panorama atual convida-nos, a todos nós, a investir nas relações, a afirmar – também na rede e através da rede – o caráter interpessoal da nossa humanidade. Por maior força de razão nós, cristãos, somos chamados a manifestar aquela comunhão que marca a nossa identidade de crentes. De facto, a própria fé é uma relação, um encontro; e nós, sob o impulso do amor de Deus, podemos comunicar, acolher e compreender o dom do outro e corresponder-lhe.

É precisamente a comunhão à imagem da Trindade que distingue a pessoa do indivíduo. Da fé num Deus que é Trindade, segue-se que, para ser eu mesmo, preciso do outro. Só sou verdadeiramente humano, verdadeiramente pessoal, se me relacionar com os outros. Com efeito, o termo pessoa conota o ser humano como «rosto», voltado para o outro, comprometido com os outros. A nossa vida cresce em humanidade passando do caráter individual ao caráter pessoal; o caminho autêntico de humanização vai do indivíduo que sente o outro como rival para a pessoa que nele reconhece um companheiro de viagem.

Do «like» ao «amen»

A imagem do corpo e dos membros recorda-nos que o uso da social web é complementar do encontro em carne e osso, vivido através do corpo, do coração, dos olhos, da contemplação, da respiração do outro. Se a rede for usada como prolongamento ou expetação de tal encontro, então não se atraiçoa a si mesma e permanece um recurso para a comunhão. Se uma família utiliza a rede para estar mais conectada, para depois se encontrar à mesa e olhar-se olhos nos olhos, então é um recurso. Se uma comunidade eclesial coordena a sua atividade através da rede, para depois celebrar juntos a Eucaristia, então é um recurso. Se a rede é uma oportunidade para me aproximar de casos e experiências de bondade ou de sofrimento distantes fisicamente de mim, para rezar juntos e, juntos, buscar o bem na descoberta daquilo que nos une, então é um recurso.

Assim, podemos passar do diagnóstico à terapia: abrir o caminho ao diálogo, ao encontro, ao sorriso, ao carinho... Esta é a rede que queremos: uma rede feita, não para capturar, mas para libertar, para preservar uma comunhão de pessoas livres. A própria Igreja é uma rede tecida pela Comunhão Eucarística, onde a união não se baseia nos gostos [«like»], mas na verdade, no «amen» com que cada um adere ao Corpo de Cristo, acolhendo os outros.

Vaticano, na Memória de São Francisco de Sales, 24 de janeiro de 2019.

Ver matéria completa ...
Dia Mundial das Comunicações será celebrado em Votuporanga, neste domingo

Missa será presidida por Dom Moacir, bispo da Diocese de Votuporanga, na Catedral Nossa Senhora Aparecida e terá a participação de comunicadores

Em todo o mundo, a Igreja Católica celebra neste domingo (2/6) o Dia Mundial das Comunicações. Na Diocese de Votuporanga, a missa será às 7h30, na Catedral Nossa Senhora Aparecida, em Votuporanga, presidida pelo bispo Dom Moacir e concelebrada pelo padre Gilmar Margotto, com a participação de jornalistas e radialistas da cidade.

Neste ano, “‘Somos membros uns dos outros’ (Ef 4, 25): das comunidades de redes sociais à comunidade humana” foi o tema escolhido pelo Papa Francisco para ser estudado no dia 2 de junho. “Com esta Mensagem, gostaria de vos convidar uma vez mais a refletir sobre o fundamento e a importância do nosso ser-em-relação e descobrir, nos vastos desafios do atual panorama comunicativo, o desejo que o homem tem de não ficar encerrado na própria solidão”, escreveu o Papa.

Para Dom Moacir, a reflexão do tema deve proporcionar verdadeiras e íntimas transformações. “A cada ano o Papa nos convida a pensarmos a nossa relação com a comunicação. Desta vez, somos alertados sobre a importância de investir nas relações e afirmar o caráter interpessoal da nossa humanidade”, explicou.

O Dia Mundial das Comunicações Sociais é realizado anualmente na Solenidade da Ascensão do Senhor. Toda a comunidade é convidada a vivenciar esse momento. A missa também será transmitida ao vivo pela TV Unifev.

Encontro com jornalistas

Na terça-feira (4/6), Dom Moacir conversará com jornalistas e radialistas de Votuporanga durante um café da manhã. O bispo falará sobre a carta enviada pelo Papa Francisco para reflexão do Dia Mundial das Comunicações, além de também apresentar novidades quanto a comunicação da Diocese de Votuporanga.

Ver matéria completa ...
“Participação, comunhão e missão” definem a 57ª Assembleia dos Bispos, segundo presidente da CNBB na abertura do evento

O versículo “Que todos sejam um”, do evangelho de São João, deu a tônica à celebração de abertura da 57ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil no Centro de Convenções Padre Vitor Coelho, em Aparecida (SP), às 9h15 deste 1º de maio. A imagem de Nossa Senhora Aparecida foi entronizada à plenária pela Sandra Zambor, secretária executiva do Sul 3.

O arcebispo de Brasília, cardeal Sergio da Rocha, presidente da CNBB, reforçou que o início da Assembleia ocorre efetivamente com a celebração da Eucaristia que, para ele, é fonte e sustento da missão e dos trabalhos nos próximos dias. “A assembleia é sempre ocasião privilegiada de partilha, oração e reflexão”, disse.

Para o cardeal, três palavras definem uma assembleia: participação, comunhão e missão. “Trata-se de um tempo especial de encontro entre os bispos do Brasil em vista da missão evangelizadora da Igreja no Brasil”, disse.

Sobre o tema central, As diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil 2019 – 2023, o presidente da CNBB reforçou que são nas novas diretrizes que são os referenciais para atuação dos que serão eleitos. “Por isto, primeiro aprovamos as diretrizes e depois elegemos os responsáveis por animá-las na vida da Igreja’, disse.

O cardeal também falou da importância da Assembleia Especial dos Bispos sobre a Amazônia que acontece este ano, em outubro, no Vaticano. Ele lembrou que este sínodo está sendo especialmente preparado pelas Igrejas da Amazônia no Brasil e de outros países. “Agradeço ao papa Francisco por esta iniciativa e desejo que ela dê muitos frutos à Igreja na Amazônia e no mundo e aumento a nossa corresponsabilidade por este bioma”, disse.

Convidados – O reitor do santuário de Aparecida, padre Carlos Eduardo, saudou todos os bispos do Brasil e disse da alegria de acolhê-los na casa da Mãe. “O santuário pertence ao povo brasileiro e à Igreja no Brasil”, disse.

Ao dirigir-se aos bispos do Brasil, em sua acolhida, dom Orlando Brantes, arcebispo de Aparecida (SP), lembrou da oração de sagração episcopal que diz que: “Deus conhece tudo com antecipação” e por isto quis todos os bispos como irmãos na comunhão da Igreja. “Que sejamos instrumentos do amor de Deus nestes dias na Assembleia Geral”, desejou.

O nuncio apostólico no Brasil, dom Giovanni D’Anielo, representante do papa Francisco, expressou sua gratidão aos bispos do Brasil por compartilhar a presença na assembleia em vista de reforçar a comunhão. “Quero expressar meu desejo da convivialidade entre nós. Estamos como romeiros que vem buscar a partir da filiação com a Mãe o compromisso de fazer a vontade de Deus”, disse. O ponto central das discussões, segundo dom D’Anielo, é o amor de Deus para conosco e nosso compromisso com o mundo.

Ver matéria completa ...
Solidariedade À África Apelo de Socorro às Famílias Vítimas do Ciclone Idai

Queridos irmãos e irmãs diocesanos, paz!

Milhões de pessoas foram afetadas por uma forte tempestade tropical que transformou no ciclone Idai no sudoeste da África no ultimo dia 14 de março. Moçambique, Zimbábue e Maláui foram os locais mais atingidos pela catástrofe, a pior da história enfrentada pela população destes países. Cerca de 1,7 milhões de pessoas precisam de ajuda urgente. Apenas em Moçambique 17 mil pessoas ainda estão isoladas e o numero de mortes pode passar de mil.

Em profunda sintonia com a solidariedade e apelo do Santo Padre que implora por “conforto e apoio aos que foram atingidos por esta calamidade”, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil e a Cáritas Brasileira lançam a Campanha de Solidariedade à África - SOS África - Moçambique, Zimbábue e Maláui.

Os recursos arrecadados serão utilizados para ações de socorro imediato (água potável, alimentos, roupas, cobertores, kits de higiene, remédios, primeiros socorros e tendas). Com este apoio queremos ainda ajudar na reconstrução de moradias e meios de vida das populações afetadas nos três países.

Conclamo as paróquias, comunidades, congregações, colégios e todas as pessoas de boa vontade, para uma grande corrente de oração e solidariedade em favor das pessoas atingidas por esta triste tragédia. Peço, aos caríssimos padres, uma atenção especial em divulgar com urgência nos próximos dias essa campanha e a forma de colaboração. As doações poderão ser depositadas nas contas bancarias abaixo geridas pelas Cáritas Brasileira:

Banco do Brasil Caixa Econômica Federal

Ag. 0452-9 Ag. 1041

C/C 49.667-7 Op. 003 C/C 4322-3

 

Votuporanga, 03 de Abril de 2019

 

Dom Moacir Aparecido de Freitas

Bispo Diocesano

Clique aqui para ver mais Matérias